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Pioneiro, Exame disponibiliza equipamento que facilita a coleta de exames de sangue

Accuvein ilumina a pele e localiza as melhores veias para a agulha

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Desde 2013 as unidades Exame contam com o equipamento que ajuda muito na coleta dos exames de sangue. É o Accuvein, um aparelho de alta tecnologia que utiliza raios infravermelhos para revelar as veias debaixo da pele.

Os maiores beneficiados com esta novidade são as crianças, idosos, obesos e pacientes em tratamento quimioterápico, pois eles costumam ter mais problemas na hora de tirar sangue – as veias são mais frágeis ou ficam mais escondidas. No entanto, as demais pessoas também não correrão mais riscos de precisar passar pelas picadas uma ou duas vezes antes de acertar a veia certa, o que diminui bastante a ansiedade de quem vai passar por exames complexos.

Com o Accuvein, o paciente tem mais conforto e tranquilidade no seu exame de sangue. Outro ponto positivo é que o equipamento é portátil, ideal para fazer coletas domiciliares, e pode ser usado tanto em ambientes claros quanto com pouca luz.

Bebê a caminho? Saiba a importância do teste do pezinho

Conheça história e aplicação de um dos principais exames neonatais

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Apesar de parecerem indefesos e frágeis, os bebês se adaptam de maneira mais fácil do que se imagina. Já em sua primeira semana de vida, conseguem reconhecer a mãe pela voz e pelo cheiro, se comunicam pelo choro e passam a identificar pessoas individualmente. No entanto, o recém-nascido necessita de uma série de cuidados. Entre eles, um exame é fundamental: o teste do pezinho.

O teste surgiu nos anos 1960 nos Estados Unidos, mas se tornou obrigatório em território nacional apenas em 1992, tendo chegado ao país na década de 1970 pelo programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). O exame, que deve ser feito na primeira semana de vida da criança, é muito simples: bastam algumas gotas de sangue do calcanhar para que a fenilcetonúria – doença genética rara que faz com que alimentos que contenham a substância fenilalanina intoxique o cérebro, causando deficiência intelectual permanente – seja detectada.

Hoje, a evolução do teste permite que outras doenças também sejam diagnosticadas, como hipotireoidismo congênito e a fibrose cística. “Somando todas as técnicas passíveis de uso rotineiro na triagem neonatal, poderíamos testar mais de 60 doenças, sendo que boa parte delas já possui tratamento, que deve ser iniciado o mais rapidamente possível”, explica o Dr. Gustavo Guida, médico geneticista e nosso consultor.

ANTES E DEPOIS

Década de 60

Com poucas gotas de sangue embebidas em papel filtro, o primeiro método – simples, barato e rápido – detectava a fenilcetonúria. Isso permitiu que qualquer agente de saúde pudesse coletar material dos bebês, enviar para laboratórios e obter resultados confiáveis. Uma característica dos exames dessa época era o uso de métodos individuais para cada doença, aumentando o custo, o tempo de realização e o risco de interferências nos resultados.

Hoje

Com o uso de cromatógrafos de alta performance e espectrômetros de massa, sugerido pela primeira vez ainda no século passado, passando a realizar parte dos testes da triagem neonatal, foi possível ampliar o acesso, acelerar os resultados e aumentar sua confiabilidade, além de permitir com que em um único exame seja possível investigar múltiplas doenças. O Laboratório Exame realiza o teste do pezinho e oferece ainda a possibilidade do exame ser feito em casa, ou na localidade de preferência dois pais, sem custo adicional.

Realize seus exames sem sair de casa com o Atendimento Domiciliar do laboratório Exame

Serviço é uma opção para clientes que desejam cuidar da saúde com mais conforto, bem-estar e facilidade

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Conforto bem-estar e facilidade: conceitos tão importantes para você estão entre nossas principais preocupações. Eles fazem parte dos fundamentos da implementação do serviço de atendimento domiciliar para exames laboratoriais, prática cada vez mais frequente nos centros urbanos e que evita deslocamento, seja para fugir do trânsito, seja por impossibilidades físicas ou pelo conforto que apenas ambientes familiares nos oferecem.

Nossa gerente de atendimento Aline Martins explica que “optando pela coleta domiciliar o paciente é atendido no endereço de sua preferência, com a mesma cordialidade, qualidade e tecnologia que encontra nas unidades físicas. Praticamente todos os exames de sangue, bem como o recolhimento das demais amostras biológicas, desde que previamente coletados de acordo com as orientações do laboratório, podem ser realizados dessa maneira”, completa.

O grande destaque do serviço está na boa receptividade. Segundo Martins, esse é o principal benefício relatado pelos clientes: “A maioria destaca o desempenho do coletador, que demonstra habilidade, paciência e atenção”. Isso é exatamente o necessário para a realização de exames em idosos, bebês, crianças e pessoas enfermas. Para quem precisa de repouso ou tem dificuldade de locomoção, esse serviço é mais do que uma comodidade, é uma opção fundamental na recuperação e na promoção da saúde.

O benefício se estende para quem vive a rotina corrida dos grandes centros. A coleta domiciliar, que também pode ser feita no local de trabalho, é a chave para acabar com a velha desculpa da falta de tempo para cuidar da saúde. O serviço pode ser agendado no melhor horário e no local de preferência do cliente.

A entrega dos resultados acompanha essa inovação e pode ser feita via internet ou entregue no endereço indicado pelo paciente. Cuidar da própria saúde torna-se mais fácil com recursos que envolvem tecnologia, conhecimento e atendimento quando bem aplicados.

Qualquer pessoa, em qualquer faixa etária, pode utilizar este recurso. Para pacientes acima de 60 anos, assim como para recém-nascidos que precisem realizar o teste do pezinho, a coleta domiciliar é isenta de taxa.

Ligue e agende já pelo telefone:(61)4004-3883

 

 

Substitua o sal por outros temperos

A ingestão excessiva de sal pode causar doenças como a hipertensão arterial. Conheça opções para substituí-lo em sua refeição

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O sal de cozinha tem ação importante como conservador alimentar e é um tempero muito popular. Porém, sua ingestão em excesso e o consequente exagero no sódio, um de seus componentes, pode causar diversas doenças, como pressão alta, pedra nos rins e insuficiência renal.

O consumo médio de sal no Brasil é de 10 a 12 gramas por dia e por pessoa, porém, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de no máximo 5 gramas.

O consumo de sódio não está apenas no sal de cozinha, mas também nos diversos produtos industrializados que fazem parte do nosso dia a dia. Para reduzir o sódio ingerido, portanto, é necessário diminuir ao máximo o consumo de industrializados e ficar atento à substituição ao sal no preparo de suas refeições por outros temperos.

Alho, cebola, limão, manjericão, alecrim, cebolinha, orégano, salsa ou salsinha, tomilho, louro, açafrão, curry, pimenta, noz-moscada e gengibre são várias opções de tempero que, além de diversificar seus pratos, podem deixar suas receitas mais saudáveis.

AIDS: 19 milhões de pessoas têm o vírus e não sabem

Taxa de contaminação vem caindo mundialmente, enquanto cresce no Brasil

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Um relatório da ONU revelou que das 35 milhões de pessoas portadoras do vírus da AIDS, 54% delas não sabem que carregam o vírus. Os principais motivos que levam um paciente a não saber que é soropositivo são: difícil acesso ao exame, principalmente em países subdesenvolvidos, ou simplesmente o fato da AIDS ser uma doença silenciosa em seu estágio inicial, fazendo com que a pessoa não pense que exista a possibilidade de ter o vírus.

No Brasil, a situação é preocupante: o número de infecções, que acontecem principalmente em jovens de 15 a 24 anos, aumentou 11% de 2005 a 2013, enquanto no resto do mundo, a taxa de infecção apresenta queda. Outro índice que subiu no Brasil foi o de mortes por HIV, aumentando 7% no período.

Por outro lado, mundialmente a epidemia da AIDS vem diminuindo. Segundo o relatório, nos últimos três anos o número de novas infecções caiu 13%. Por causa do tratamento com medicamentos antirretrovirais, 76% das pessoas infectadas estão no estágio de supressão do vírus, ou seja, não podem transmitir a doença para outras pessoas. Por isso a importância de saber se o paciente tem o vírus ou não. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, mais rápido o vírus pode entrar em supressão. De acordo com o relatório da ONU, se os processos de combate ao HIV seguirem crescentes até 2020, em 2030 a epidemia mundial de AIDS pode se aproximar do fim, evitando 18 milhões de novas infecções e 11,2 milhões de mortes.

Cinco dicas para as crianças se alimentarem de forma saudável

Criar uma boa relação com a comida é o primeiro passo

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Com criança normalmente é assim: na hora das refeições, começa uma verdadeira batalha para que ela tenha uma alimentação equilibrada, com legumes, verduras, proteínas e grãos. Então pais e responsáveis buscam diversos truques para convencê-las a comer “ao menos um pouco de cada. Mas essas estratégias nem sempre alcançam o desejado. Listamos cinco dicas que podem ajudar a estimular a boa alimentação nas crianças e transformá-la num hábito:

1. Capriche na apresentação

Um prato bonito e divertido é um convite às refeições! Coloque mais cores no prato, com frutas amarelas e vermelhas na salada, ovos, batata palha e croutons. Vale, até mesmo, brincar com a comida, criando personagens com as verduras e legumes!

2. Cozinhe menos os legumes

Ao cozinhar legumes por menos tempo do que o comum, eles ficam mais crocantes e saborosos, além de ficarem mais bonitos por causa das suas formas e cores, o que atrai o paladar da criança.

3. Cozinhe com as crianças

Deixe seus filhos participarem do preparo das refeições, mesmo que seja com tarefas pequenas. Assim você pode ensiná-los sobre a importância de cada alimento e eles podem se divertir colocando a mão na massa.

4. Disfarce alimentos

Corte legumes bem finos e adicione a receitas de omelete, panqueca, almôndegas, molho de macarrão e até hambúrgueres. Por terem sido cortados finos eles passarão despercebidos pelas crianças.

5. Não faça ameaças

Dizer para a criança que se ela não comer pode ficar doente, ou falar que ficará de castigo apenas constrói uma relação de medo e insatisfação com a comida. Se a criança não quiser comer, converse com ela, mostre como o alimento é gostoso e peça para que ela ao menos experimente-o antes desistir.

Estudo aponta as causas do autismo

Fatores ambientais são tão importantes quanto genética

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Estima-se que 1 em cada 100 pessoas no mundo tenha algum grau de autismo, síndrome na qual a pessoa tem dificuldades em interagir socialmente. O autismo surge nos primeiros 36 meses de vida da criança e, para ser diagnosticado, precisa de acompanhamento de especialistas.

Um estudo feito na Suécia apontou que fatores ambientais têm 50% de peso no desenvolvimento da síndrome. A outra metade corresponde a fatores genéticos. Realizado entre 1982 e 2006, o estudo é o maior já feito sobre as origens do autismo, ainda um mistério para a ciência.

Antes do estudo, acreditava-se que os fatores genéticos eram responsáveis por 80% a 90% do desenvolvimento da síndrome. Porém, complicações no parto, infecções sofridas pela mãe, consumo de drogas antes e durante a gravidez e até mesmo o nível socioeconômico da família têm tanta responsabilidade quanto os genes do bebê e de seus pais.

O autismo ainda não tem cura e as pessoas com a síndrome costumam ter acompanhamento de terapeutas para conseguirem se adequar à sociedade. Alguns estudos indicam que uma alimentação sem caseína (proteína encontrada no leite) e sem glúten pode ajudar a melhora do paciente, porém, nenhuma teoria foi comprovada em sua totalidade.

Estudo afirma que quase 350 milhões de adultos sofrem de diabetes no mundo

Número duplicou em comparação com as estatísticas de 1980

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A estatística divulgada no periódico científico The Lancet não é nada animadora: segundo pesquisa realizada pela Imperial College de Londres em parceria com a Universidade de Harvard, o número de adultos com diabetes em 2008 alcançou os 347 milhões – mais que o dobro do número calculado em 1980. Leia Mais

Herói do verão, ar condicionado pode se tornar vilão da saúde

Altamente requisitados nesta época do ano, aparelhos precisam de cuidados

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Que atire a primeira pedra quem nunca se suspirou aliviado ao entrar em um ambiente com ar condicionado após enfrentar o sol forte da rua. Com os recordes de temperatura sendo batidos neste ano, está cada vez mais difícil recusar o geladinho que vem destes aparelhos. Mas será que tanto ar condicionado faz mal? Leia Mais

Treinos funcionais cuidam do corpo todo de maneira mais agradável

Modalidade ganha novos adeptos a cada dia e pode ser praticada ao ar livre

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A cena está cada vez mais comum, especialmente no verão: enquanto algumas pessoas relaxam ao sol, outras suam a camisa com a ajuda de um personal trainer. Nada de cooper ou abdominal – são agachamentos, saltos, corridas, giros. Com a ajuda de bolas, escada de agilidade, elásticos de tração, cordas e cones, o chamado “treino funcional” desenvolve as atividades motoras básicas e a funcionalidade do corpo inteiro. Leia Mais