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Consumo excessivo do álcool pode levar à doença hepática

Exames de imagem indolores e não invasivos auxiliam o especialista no diagnóstico difícil de problemas no fígado

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De acordo com os dados do Ministério de Saúde, o Distrito Federal foi o quarto estado com a maior frequência de consumo abusivo de bebidas alcoólicas em 2014. Sabe-se que com a chegada do carnaval, a tendência é que esse número aumente. Alguns perigos deste feriado prologando de cinco dias já são bem conhecidos, como o aumento de acidentes de trânsito, muitas vezes causados por motoristas embriagados. Mas esse consumo excessivo, e crônico, do álcool pode levar também a problemas de saúde, como a doença hepática alcoólica.

Marcos Madureira, médico radiologista que integra o corpo clínico do laboratório Exame, explica que o fígado pode ser afetado por diversas doenças, dentre as quais podemos citar tumores, infecções, como as hepatites virais, e muito comumente sofre pelo uso de substâncias químicas como o álcool.

O especialista reforça indica o acompanhamento médico constante para a avaliação da necessidade em se solicitar exames complementares para o diagnóstico da Doença Hepática Alcoólica, já que ela tende a ter poucos sintomas claros. “O diagnóstico baseia-se em um conjunto de achados advindos do exame clínico, exames laboratoriais e métodos de diagnóstico por imagem. É o caso da ultrassonografia, a tomografia computadorizada e, em última análise, a Ressonância Magnética do fígado”, exemplifica o médico.

Saiba qual exame pode ser solicitado

De acordo com Dr. Madureira, a ultrassonografia destaca-se como método de escolha para a abordagem inicial. “Isso porque ele é capaz de detectar diversas alterações na forma, no tamanho e no aspecto do fígado que se apresenta com lesões relacionadas ao abuso de álcool. A ultrassonografia também se destaca por ser um método barato, amplamente disponível, de rápida execução, e que não utiliza radiação ionizante, necessitando apenas de um jejum de 6 a 8 horas”, reforça.

Em um segundo momento, o médico pode demandar a tomografia computadorizada, sobretudo quando os primeiros exames trazem sinais de doença hepática alcoólica já em estágios avançados, ou quando a ultrassonografia não for capaz de esclarecer outros achados encontrados em outros exames. “A tomografia computadorizada é um método rápido e bastante sensível e eficaz para a detecção e caracterização da maior parte das lesões relacionadas a doença hepática alcóolica. Na maioria das vezes, requer o uso de meio de contraste venoso, com o objetivo de se estudar as propriedades vasculares do fígado e das lesões relacionadas”, esclarece o especialista.

 

 

 

O seu Laboratório Pasteur agora é Exame

O seu Laboratório Pasteur, que sempre cuidou de você e sua família, se integra ao Laboratório Exame, e o resultado não poderia ser melhor.

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O seu Laboratório Pasteur, que sempre cuidou de você e sua família, se integra ao Laboratório Exame, e o resultado não poderia ser melhor. A cordialidade do nosso atendimento ganha ainda mais agilidade e conveniência. Agora você pode realizar mais de 3 mil exames laboratoriais e de imagem, no mesmo lugar.

Nossos preços e convênios continuam os mesmos, com 50 unidades em todo o Distrito Federal, sempre vai ter uma bem pertinho de você. Nossos exames são realizados com equipamentos de altíssima qualidade e através de uma equipe médica multidisciplinar, garantindo a confiabilidade necessária na entrega dos resultados.

 

Além disso, você passa a contar com serviços exclusivos do Laboratório Exame:

  • Atendimento domiciliar: A possibilidade de realizar exames em sua residência ou trabalho
  • Perfil Social: Acesso aos resultados de exames no site através de seu perfil das redes sociais
  • Revista do Paciente Exame e Mídias Sociais: conteúdo exclusivo sobre saúde e bem-estar

 

Clique para ampliar:

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Novas unidades Exame

O Laboratório Exame está cada vez mais próximo para cuidar da sua saúde e de quem você mais ama.

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O Laboratório Exame está cada vez mais próximo para cuidar da sua saúde e de quem você mais ama. Confira:

Águas Claras Real Splendor:

Av. das Castanheiras – Loja 11

Marra Taguatinga Sul:

Av. Comercial Sul, CBS 04 – Lote 05 Loja 01

Lago Sul:

QI 13, Bloco I, Térreo

Setor Comercial Sul:

SCS QD 06 Bloco A 136, Loja 140

Guará Office:

QE 11 Área Especial L, Lojas 09/11 Guará I

 

E em breve mais unidades para você:

Cidade Ocidental (GO)

Gama

Pistão Sul

Planaltina (DF)

Vicente Pires

Vicente Pires II

 

É possível determinar o sexo do bebê?

Saiba se truques realmente funcionam na definição do sexo do bebê

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Muitas mulheres quando decidem tentar engravidar utilizam alguns métodos para ajudar na definição do sexo do bebê. Fora a reprodução assistida, não há outro método eficaz para conseguir engravidar de um bebê com o sexo desejado, e mesmo nesses casos, há uma avaliação ética quanto à necessidade do procedimento.

Entretanto, segundo alguns estudos, há alguns momentos durante a fase fértil que podem aumentar as chances tanto de ter um menino, quanto uma menina. Para quem quer um bebê do sexo masculino recomenda-se manter relações sexuais durante o período fértil.  Se o desejo for por uma menina, ele tem mais chances de ser realizado se as relações acontecerem depois do dia fértil.

Sabe-se que os espermatozoides que carregam o gene Y, portanto, os que dariam origem a um filho do sexo masculino, são mais leves e mais rápidos do que os que carregam o cromossomo X, que dão origem a meninas. Mas, apesar de serem mais rápidos, os espermatozoides Y também são menos longevos, por isso têm mais chances de alcançar o óvulo durante o período fértil.

Para quem já tem um menino, ou uma menina, as chances de ter uma criança do sexo oposto são as mesmas de ter uma com o mesmo sexo. É comum que as pessoas acreditem que determinada pessoa que tem dois meninos, por exemplo, tenha uma tendência a só ter filhos desse sexo. Mas isso também não é verdade, pois as chances se refazem a cada gestação.

As técnicas de reprodução assistida, como a inseminação, podem aumentar as chances de vir um filho de determinado sexo. Mas por questões éticas, elas são recomendadas apenas para casais com dificuldade para engravidar ou histórico de doença que acometa membros de algum dos sexos no histórico familiar (herança genética ligada aos cromossomos sexuais).

Ressonância magnética sem desconforto

O exame de ressonância magnética é envolto por uma nuvem de mitos. Buscamos as respostas sobre eles.

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Um dos exames mais importantes para auxiliar no diagnóstico, que desponta como uma das tecnologias mais avançadas, pode gerar episódios de ansiedade pela necessidade de permanecer em um ambiente estreito, submetido a altos ruídos que o equipamento emite para adquirir as imagens.

Uma boa conversa com o médico para tirar dúvidas ajuda a esclarecer como será o procedimento. Esse primeiro passo já pode diminuir o nervosismo, mas buscamos respostas para acabar com os mitos e facilitar o momento do exame.

 

1.

Cinema Vision

Sistema moderno de entretenimento composto por óculos e fones de ouvido, no qual o paciente pode assistir a filmes, programas de TV ou apenas ouvir músicas durante o exame de Ressonância Magnética, minimizando o desconforto para quem tem aversão a locais fechados. Além disso, é mantido o contato visual e verbal a todo o momento com o técnico responsável pelo seu exame.

 

2.

Sala humanizada

A sala para realização dos exames de ressonância magnética foi criada pensando no conforto do de seus pacientes, tornando o ambiente mais agradável, assim diminuindo a tensão durante o exame.

 

3.

O exame não precisa ser desconfortável

É unânime a ideia de que não é agradável permanecer imóvel durante o exame, mas existem posições que tornam o momento menos incômodo. Apoiar o queixo em um travesseiro é uma delas. Nessa posição, o paciente é capaz de visualizar a

abertura do aparelho, o que ajuda a aliviar o sentimento de “estar trancado”.

 

4.

É possível controlar o pânico

Além de relaxar e trabalhar o controle da respiração, o exame de algumas partes do corpo permite que se coloque primeiro os pés no aparelho, em vez da cabeça. Ver o lado de fora sempre ajuda a controlar a ansiedade.

 

5.

A sedação nem sempre é necessária

Apenas em alguns casos é necessária a sedação. Claustrofobia extrema ou exames em bebês são indicações. Para pacientes que ficam tensos para a realização do exame, a utilização do Cinema Vision é uma ótima alternativa.

5 passos para ser mais saudável

Saiba como se mexer mais, dormir bem, comer melhor, não levar trabalho para casa e respirar fundo podem melhorar a saúde e o bem-estar.

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Toda vez que um objetivo precisa de esforço para ser alcançado, nós nos dividimos em duas partes. “Uma quer muito aquilo e a outra esperneia para se manter no conforto do hábito antigo”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (PNL), Gilberto Cury. É por isso que mudar é difícil e as listas de resolução de Ano-Novo às vezes viram piada.

Mas não precisa ser assim. Nas próximas páginas, você verá 5 hábitos que melhoram a saúde e o bem-estar, deixando o dia a dia mais fácil e gostoso. Cada tópico traz argumentos para motivar você a sair da zona de conforto. Nem se preocupe em fazer tudo. Como muitos dos casos mostrados aqui, às vezes basta adotar uma mudança que as outras vêm como consequência!

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Sair do sedentarismo

O exercício físico tem um efeito interessante: “Como ele sobrecarrega o corpo, faz com que a pessoa perceba se algo está errado e consiga rastrear uma doença logo no começo”, explica o nosso médico do Esporte, Dr. Luis Augusto Riani Costa. Segundo ele, “só no coração acontecem centenas de alterações, como a dilatação e a ramificação das artérias, que previnem o surgimento de doenças cardíacas”. Além disso, a prática diminui a glicose, a gordura abdominal e o colesterol.

Para começar, Dr. Riani recomenda treinar com intensidade moderada por, ao menos, 20 minutos em dias intercalados. “Faça o teste de esforço para mapear o  funcionamento do seu corpo durante o exercício. Também  é  bom  checar  anemia, alterações da tireoide e fazer um ecodopplercardiograma”, sugere.

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Melhorar a qualidade do sono

Quando a agenda fica apertada, as horas de sono são as primeiras a serem sacrificadas. Só que isso  tem consequências sérias. “Nosso desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma boa noite de sono. O efeito de uma madrugada em claro é semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada e a capacidade de raciocínio, comprometida”, explica a personal do sono Silmara Bueno. Foi justamente isso que a designer Sabine Araújo percebeu quando passou a dormir melhor. “Sempre sofri bastante com insônia. Às vezes até desistia de dormir e ligava o computador para trabalhar. Durante o dia, vivia cansada e sonolenta.”

Ela procurou terapia e começou a fazer 45 minutos de ioga por dia. Como a prática relaxa e dá tranquilidade, o sono de Sabine melhorou. “Hoje, levo no máximo 20 minutos para dormir e até meu rosto é menos contraído. No trabalho, consigo me concentrar por muito mais tempo. Também tenho mais energia para caminhadas e para sair com amigos”, diz. Além da ioga, existem várias medidas que colaboram para dormir bem. “A melhor posição é de lado, de preferência com um travesseiro grande de corpo com um lado mais firme que possa ser abraçado com braços e pernas”, diz Bueno. Ela também indica ter horários regulares, não dormir com a TV ligada, deixar o ambiente escuro e tomar um banho quente ou morno antes de deitar-se para relaxar.

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Comer melhor

Ter uma alimentação saudável é diferente de fazer dieta e não precisa ser algo restritivo. Ainda assim,  favorece a perda de peso porque seu organismo passa a funcionar direitinho. O principal é manter uma rotina saudável durante a semana. Uma forma de começar é fazer substituições, como batata-doce assada em vez da frita e produtos naturais no lugar dos industrializados.

Com esses cuidados, é possível evitar a situação do empresário Adão Passos de Souza. Por conta do excesso de trabalho, ele se alimentava mal no expediente e, ao sair, comia pratos como churrasco com muita gordura, torresmo e buchada. “Nunca dei bola para as recomendações médicas. No passado, tive  pancreatite. A dor é quase  insuportável. Tive de mudar  totalmente meus hábitos, abandonar a gordura e comer frutas, verduras e legumes. Às vezes dá fome, mas  aquela  é  uma  dor  que  não desejo para ninguém”, diz.

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Parar de levar trabalho pra casa

Desligar-se do trabalho é um dos grandes desafios de hoje. “Quando você percebe que o serviço está invadindo seus sonhos e o fim de semana, é bom ficar de olho”, diz Kalil Duailibi, presidente do Departamento de Psiquiatria da Associação Paulista de Medicina. Isso porque o estresse de baixa intensidade, aquele que parece tolerável, pode causar danos ao cérebro se for crônico, ou seja, durar mais que três meses. “Ele faz com que os neurônios diminuam as ramificações e atrofiem. Isso causa alterações cognitivas, como dificuldade de concentração, memorização e a tomada de decisões, além de aumentar os riscos de diabetes tipo 2 e hipertensão no futuro.” A pancreatite do Adão Passos, que gostava de churrasco, também foi consequência do excesso de serviço. “Trabalhava cerca de 13 horas por dia de domingo a domingo e minha esposa ficava muito brava com isso. Nessa fase, eu me irritava facilmente e não tinha paciência. A doença me obrigou a diminuir o ritmo e hoje meu humor é melhor, assim como meu relacionamento com a família. No tempo vago, cuido do meu sítio, planto árvores e verduras.”

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Respirar fundo

Parece pouco importante, mas a respiração profunda tem um efeito calmante comprovado pela ciência. Respirar utilizando todos os músculos do tórax favorece a oxigenação do sangue e melhora todos os processos metabólicos do organismo. Já respirar profundamente acalma porque o aumento da oxigenação acima do necessário leva a um estado de torpor ou leve tontura. Na meditação, respirar ajuda a dar foco e tirar a mente dos problemas.

De olho na balança: como usar atividades simples para se livrar do sedentarismo

Em todo o mundo, o número de pessoas acima do peso ou obesas não para de crescer. No Brasil, a situação não é diferente – mais da metade dos homens e mulheres se enquadram nesse perfil. Mas nem tudo está perdido. Com atividades simples, dentro e fora de casa, é possível reverter essa situação.

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Não é de hoje que a obesidade é considerada um dos maiores problemas de saúde pública do mundo. No Brasil, de acordo com um estudo publicado na revista científica Lancet em maio de 2014, mais da metade da população adulta está acima do peso ou obesa – dado preocupante, uma vez que a taxa é mais elevada do que a média mundial, próxima dos 37%. O problema deixa o país na 5a posição entre os com maior número de obesos.

Para os especialistas, apesar de diversos fatores interferirem no peso, o sedentarismo é o maior vilão da balança. “Sedentarismo é uma atitude comportamental, em que a regularidade de atividade física realizada por uma pessoa está inferior ao recomendado”, explica a médica com doutorado em reumatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Dra. Ana Patrícia do Nascimento.

De acordo com a especialista, o ideal é realizar exercício físico com frequência mínima de três vezes por semana, com média de duração de 30 minutos de atividade aeróbica. A mescla de diferentes modalidades, como musculação em dias alternados e caminhada, promove benefícios no peso, humor, massa óssea e sistema cardiovascular. “Para quem já possui algum problema de saúde, é fundamental orientação profissional para uma prática segura e eficaz de atividade física”, complementa.

 

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ADEUS, QUILINHOS!

Levantar da cadeira e sair dessa zona de conforto pode ser difícil – e se o que falta é um lembrete dos problemas que advêm dessa situação, não seja por isso. “O sedentarismo aumenta o risco de doenças, como hipertensão, diabetes, trombose venosa, osteoporose e depressão, o que pode diminuir o tempo e principalmente a qualidade de vida das pessoas”, descreve a Dra. Ana Patrícia.

Felizmente, há diferentes formas de evitar que a mudança fique no ostracismo. No dia a dia, medidas simples podem ser adotadas para começar. Se você mora perto do trabalho, não pense duas vezes: invista em uma caminhada ou aposte na bicicleta. Mesmo para quem não tem essa sorte, é possível descer do metrô uma estação antes do destino.

Elevadores e escadas rolantes são invenções quase mágicas, mas sempre que possível, dê preferência para a escada. No trabalho, não fique parado. Se trabalhar em um escritório, levante-se a cada 30 minutos e caminhe um pouco. A falta de tempo também não é desculpa: faça pequenos serviços domésticos, como limpar a casa e arrumar a cama. Na hora de comer, prefira frutas e proteínas a doces e frituras.

AO AR LIVRE

Fora de casa, as opções são praticamente inesgotáveis. Andar de bicicleta é um ótimo exercício aeróbico. Caso o equilíbrio sob duas rodas não seja seu forte, aposte em caminhadas e corridas leves. Esses dois esportes podem ser feitos tanto dentro quanto fora das academias.

Aposte no skate, patins, tênis, vôlei, futebol, entre outros exercícios. Em contato com a natureza, é possível ainda fazer natação, surfe, escalada e até levar o seu animal de estimação para passear.

“O mais importante é estabelecer metas mensuráveis e viáveis: determine em quanto tempo deseja emagrecer ou ganhar massa muscular, por exemplo. Isso facilita a adesão ao novo estilo de vida. E, independentemente do que você escolher fazer, é essencial acompanhamento de um profissional qualificado”, conclui Dra. Ana Patrícia.

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Estudo: alimentação ajuda no relógio biológico

Alimentar-se corretamente pode ajudar pessoas com distúrbio do sono.

Um estudo japonês descobriu que o horário e a quantidade de nutrientes que ingerimos ao longo do dia influenciam nosso ciclo circadiano, ou seja, as 24 horas que temos em um dia. Feita na Universidade de Yamaguchi, a pesquisa apontou que quando comemos, nosso pâncreas secreta a insulina para controlar não só o nível de glicose no sangue, mas também o nosso relógio biológico. Isso acontece porque o corpo interpreta a insulina lançada no sangue como um alerta para manter-se acordado.

A descoberta é importante para pessoas que sofrem de distúrbios do sono. Com uma alimentação rica em nutrientes ao longo do dia, o organismo entende que quando não houver mais a ingestão de tantos nutrientes, é hora de dormir! Ou seja, se você come pouco durante o dia e, à noite come muito, seu organismo ficará confuso sobre qual é o horário certo para comer e dormir.

No caso de viagens com fusos horários muito diferentes, o estudo também pode ser aplicado. Deste modo, a pessoa deve mudar seus horários de sono e refeições dias antes da viagem, além de evitar carboidratos pela noite, optando por concentrá-los nas primeiras refeições do dia. Assim, o organismo se adapta com o novo horário e com as novas doses de insulina liberadas no sangue.
Esteja atento ao seu relógio interno!

 

Celular pode causar infertilidade

Radiação emitida pelos aparelhos afeta a qualidade do espermatozoide

Celular no bolso pode afetar fertilidade masculina

Quem nunca ouviu dizer que as radiações dos celulares podem fazer mal para as pessoas? Um estudo britânico da Universidade de Exeter descobriu que os espermatozoides, pelo menos, podem estar em risco quando o celular é guardado no bolso da calça. O estudo revisou dez pesquisas já feitas sobre a qualidade do esperma feitas por clínicas de fertilização e centros de pesquisa para chegar a esta conclusão.

As amostras analisaram a quantidade de espermatozoides, motilidade e quantos deles estavam vivos no esperma. Comparando com um grupo de controle, as amostras expostas à radiação de celulares apresentaram uma redução de 9% de espermatozoides vivos e de 8% em relação à motilidade deles, ou seja, a velocidade que se movem em direção ao óvulo.

Vale lembrar que o calor emitido por celulares e computadores também são prejudiciais aos espermatozoides. Por isso, além de evitar colocar o celular no bolso da calça, evite também deixar o notebook no colo. Opte por mesas, no caso do computador, e bolsos longe da virilha, no caso do celular.

Você sabe o que é fibromialgia?

Síndrome causa dor no corpo, insônia e cansaço

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Sentir dor é sinal de que algo não está certo com o nosso corpo. Na maioria das vezes, ela é sintoma de alguma complicação. Mas, no caso da fibromialgia, a dor deixa de ser sintoma e passa a ser a doença. A síndrome causa dores musculares generalizadas, muitas vezes associadas ao cansaço, dormência nas mãos e nos pés, insônia e depressão psíquica.

Cerca de 5% da população mundial é acometida pela fibromialgia, sendo mais frequente em mulheres entre 35 e 50 anos. Apesar de ter sua causa ainda desconhecida, acredita-se que lesões muscoloesqueléticas sofridas ao longo da vida e traumatismos sejam responsáveis pelo surgimento da doença. Problemas emocionais e alterações hormonais também estariam associados a sua origem.

No caso de suspeita da doença, é importante buscar ajuda médica, pois a fibromialgia pode mascarar sintomas de outras doenças, como hipotireoidismo e Parkinson. O diagnóstico é clínico, sendo médicos reumatologistas e neurologistas os mais indicados para diagnosticar e tratar a fibromialgia.

O tratamento consiste em práticas moderadas de atividade física, fisioterapia para melhorar a dor e relaxar os músculos e uso de medicamentos como antidepressivos, analgésicos e relaxantes musculares, se houver necessidade. Há casos em que a acupuntura pode ser bem sucedida. Só inicie qualquer tipo de tratamento sob orientação médica.