Mulheres lideram o ranking de casos de trombos

É muito importante entender a doença e conhecer os seus sintomas para realizar uma detecção a tempo de um tratamento adequado.

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Mais da metade da população brasileira desconhece uma doença que levou 85.772 pessoas aos hospitais públicos do país entre janeiro de 2008 e agosto de 2010: o tromboembolismo venoso. Os dados são do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e mostram que, apesar de 56% da população avaliada afirmar que já ouviu falar da trombose, 57% não conhecem os sintomas, consequências da doença e as suas medidas preventivas. A embolia pulmonar é ainda mais desconhecida. Das pessoas entrevistadas, 78% relatam não saber o que é a embolia pulmonar e, dentre essas, metade nunca ouviu falar.

É muito importante entender a doença e conhecer os seus sintomas para realizar uma detecção a tempo de um tratamento adequado. O tromboembolismo pulmonar consiste na obstrução da circulação arterial pulmonar (que transporta sangue que será oxigenado) por coágulos sanguíneos, geralmente oriundos da circulação venosa dos membros. Qualquer situação que gere fluxo vascular lento, lesão ou inflamação na parede do vaso ou aumento da coagulação sanguínea pode aumentar o aparecimento de trombos, que podem se soltar e entupir um vaso no pulmão – a embolia pulmonar.

As principais vítimas da trombose venosa profunda e da sua principal complicação, a embolia pulmonar, são as mulheres. Isso porque elas reúnem mais fatores de risco que os homens, como a gravidez, varizes e o uso de suplementos de estrogênio, comum em pílulas anticoncepcionais e na terapia de reposição hormonal durante a menopausa. Outros fatores de risco que devem ser considerados são: ficar muito tempo de repouso ou sentado, história familiar, problemas cardíacos, alguns tipos de câncer, fumo e obesidade. Se você se enquadra em um desses casos e sente uma súbita falta de ar, muitas vezes acompanhada de tosse e dor torácica, sem explicação cabível, procure um médico.

Cuidado com quem você beija

De acordo com Jaime Rocha, infectologista do laboratório Exame, alguns cuidados pessoais podem evitar a contaminação.

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Conhecida popularmente como a doença do beijo, a mononucleose infecciosa é causada pelo vírus Epstein-Barr, e é altamente contagiosa, podendo ser transmitida por transfusão de sangue, contato sexual e, principalmente, pela saliva. Além disso, a doença pode evoluir para meningite, anemia hemolítica e outras enfermidades mais sérias.

De acordo com Jaime Rocha, infectologista do laboratório Exame, alguns cuidados pessoais podem evitar a contaminação. “Os principais fatores para a proliferação da mononucleose são as más condições de higiene pessoal e a grande concentração de pessoas em um pequeno espaço, que propicia aglomeração e facilita a dispersão do vírus”, afirma. O problema de ser contaminado é que os males duram, em média, três semanas e os principais sintomas são febre, dor de garganta, mal estar, fadiga, aumento de gânglios (com dores), de fígado e baço. Cerca de 10% dos casos apresentam erupção cutânea, deixando a pele avermelhada e com aspecto de lixa.

O infectologista lembra que o período de incubação do vírus pode chegar a 30 dias e que não existe tratamento específico para a doença, além de a prevenção ser extremamente complicada. “Até o momento, não existe nenhuma vacina contra a Doença do Beijo. Geralmente, a virose não é fatal, mas podem ocorrer complicações como meningite, encefalite, anemia hemolítica e, em casos mais graves, ruptura do baço”, explica.

O diagnóstico nem sempre é fácil porque outras viroses também apresentam quadro clínico semelhante. No momento da análise, o médico tem que se basear na história epidemiológica, quadro clínico e em exames complementares sugestivos. “Exames laboratoriais podem apresentar presença de linfócitos atípicos e orientar ao médico a que deve tratar”, diz o médico.

Já para os testes específicos voltados à mononucleose, existem as pesquisas de anticorpos heterófilos (monoteste), que podem apresentar resultados falso-positivos e falso-negativos (na presença de outras patologias), e a sorologia para pesquisa de anticorpos IgG e IgM para Epstein-Barr. Este último apresenta maior sensibilidade e especificidade, podendo indicar a presença de doença ativa ou passada. “Atualmente, já está disponível a pesquisa do próprio vírus pela técnica de PCR em alguns materiais, como sangue e secreções respiratórias, o que possibilita um diagnóstico mais específico”, finaliza Rocha.

Se todo mundo colaborar, conseguimos acabar com a dengue!

A melhor forma de se proteger do mosquito é evitar que ele se desenvolva.

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O que faz o Aedes Aegypti diferente de outros mosquitos é que seu corpo apresenta várias pintinhas brancas. Este inseto apresenta hábitos diurnos, ou seja, faz suas vítimas durante o dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima–se que cerca de 80 milhões de pessoas são infectadas anualmente em todo o mundo.

Com sintomas semelhantes e mesmo transmissor que o vírus da dengue, a febre Chikungunya já afetou mais de 1.106 brasileiros. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde registram mais de 300 casos confirmados por critério laboratorial e 991 por critério clínico-epidemiológico.

Qualquer local limpo e com água parada serve de “berço” para os ovos do Aedes Aegypti. A melhor forma de se proteger do mosquito é eliminar os criadouros. Medidas simples como não deixar acumular água em garrafas, pneus, vasos de plantas e etc. ajudam no combate a doença.

Para conseguirmos erradicar a doença, é preciso que toda população adote medidas preventivas. Pensando nisso, o Ministério da Saúde criou um número para receber queixas sobre locais que possam abrigar as larvas do mosquito.

Você tem algum lugar que possa ser criadouro de dengue? Denuncie pelo número: 0800 770 5870

 

Dicas para recuperar a forma depois da Páscoa

Especialistas do Laboratório Exame dão opções de exercícios e alimentos para quem quer se livrar do excesso de calorias trazido pelo exagero na alimentação da Páscoa

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O feriado da Páscoa é uma comemoração marcada principalmente pela boa comida e reunião familiar. Refeições fartas e muito chocolate tornam a data especial, na qual, no que diz respeito à alimentação, sempre ocorrem exageros. Depois da comemoração, vem o resultado na balança: alguns quilos a mais e a característica falta de vontade para se exercitar. No entanto, especialistas do Laboratório Exame recomendam: o ideal é que o consumo de chocolate não ultrapasse os 40 gramas diários.

“O consumo de chocolate não deve ser exagerado nem mesmo durante Páscoa, já que o excesso desse alimento pode trazer consequências imediatas sérias, como vômito, diarreia e cefaleia”, explica a endocrinologista do laboratório Exame, Myrna Campagnoli. De acordo com a especialista, caso haja exageros durante a comemoração, é recomendável que nos dias seguintes se consuma muitos alimentos ricos em fibras e haja ingestão de muito líquido para que o organismo volte a funcionar normalmente. “O exagero da ingestão de chocolate em longo prazo pode causar problemas como a obesidade, o aumento do colesterol e doenças cardiovasculares”, alerta a médica.

Além da alimentação, a atividade física é fundamental para que o excesso de chocolate e alimentos gordurosos não tenha efeito no peso. “Toda movimentação física, principalmente quando supera a marca de dez minutos, contribui para o trabalho cardiovascular e acaba refletindo também na manutenção do peso”, declara o Dr. Luiz Augusto Riani, especialista em medicina do esporte do Laboratório Exame. “A movimentação adicional traz muitas vantagens e o ideal é que cada pessoa procure sempre avançar na prática de atividades físicas, buscando pelo menos 30 minutos diários de exercícios”, explica Dr. Luiz Riani.

Confira 10 dicas para recuperar a boa forma depois dos exageros da Páscoa:

  • Evite usar escadas rolantes e elevadores. Subir e descer escadas são ótimos exercícios aeróbicos para o dia-a-dia.
  • Se for até a padaria perto de casa, almoçar em algum restaurante da região ou comprar algo na farmácia, opte por ir a pé. Caminhar, além de ser um exercício fácil e acessível, ajuda a combater o estresse.
  • Fique atento às quantidades dos alimentos ingeridos. Mesmo legumes, frutas e verduras devem ser consumidos com moderação.
  • Para ajudar a colocar o organismo em equilíbrio, aumente o consumo de água mineral, água de coco e de cereais integrais.
  • Se não tiver tempo para se dedicar por trinta minutos seguidos a uma atividade física, tente dividir esse tempo em três parcelas de 10 minutos.
  • Prefira o chocolate meio amargo. Além de conter mais cacau e menos gordura e açúcar, esse tipo de chocolate também tem propriedades anti-inflamatórias e dá maior sensação de saciedade.
  • O melhor horário para o consumo de chocolate é depois do almoço ou como lanche da tarde. Evite a ingestão a noite.
  • Com relação à intensidade dos exercícios físicos, o ideal é atingir uma leve sensação de cansaço durante a atividade, que não impeça a pessoa de falar; exercícios mais intensos podem fazer parte de um plano ideal de treinamento, mas devem ser orientados por um profissional especializado em atividade física.
  • Durante os treinos, combine atividades que trabalhem diferentes aspectos da aptidão física, estimulando a força e a flexibilidade, além da capacidade aeróbica.
  • Para as crianças, a quantidade de chocolate indicada não deve passar dos 30 gramas por dia.