Pesquisa revela: falta de vitamina D pode piorar o controle do diabetes

Os baixos níveis de vitamina D podem predispor a intolerância à glicose, alteração da secreção de insulina e, consequentemente, ao Diabetes Mellitus do tipo 2

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Um estudo revelou que a falta de vitamina D pode piorar o controle da glicemia (açúcar do sangue) em indivíduos com diabetes. Os casos de insuficiência e deficiência de vitamina D vêm aumentando mundialmente nos últimos anos, e muitos estudos vêm demonstrando uma forte associação entre os níveis de vitamina D e fatores de risco metabólico, como diabetes e obesidade.

Os baixos níveis de vitamina D podem predispor a intolerância à glicose, alteração da secreção de insulina e, consequentemente, ao Diabetes Mellitus do tipo 2 (DM2). Nos pacientes já diabéticos, a insuficiência pode dificultar o controle glicêmico.

Este quadro ocorre porque existem receptores de vitamina D em várias células e tecidos do nosso corpo, inclusive nas células do pâncreas que produzem a insulina e nos músculos. A falta de vitamina D pode dificultar a produção e liberação da insulina, bem como atrapalhar a utilização periférica do açúcar, interferindo no controle da glicose.

A resistência à ação da insulina pode ser mensurada pelo cálculo do HOMA-IR, que é um índice entre os níveis de glicemia de jejum e insulina de jejum, em que se observa que os baixos níveis de Vitamina D predispõem a uma maior resistência insulínica.

As mortes ocasionadas pelo DM chegam a 3,2 milhões por ano no mundo. Se a glicose não é controlada e permanece em níveis altos durante muito tempo, aumentam as chances do surgimento das complicações da doença: problemas cardíacos, dos rins, cegueira e amputação de membros são as mais comuns.

Para reverter o quadro, o controle rigoroso da glicose reduz significativamente a chance destas complicações, porém, é negligenciado por muitos pacientes. A mudança de hábitos de vida é uma exigência do controle da doença e requer disciplina e persistência, mas uma vez incorporada à rotina diária torna-se mais simples e o paciente passa a ter uma qualidade de vida excelente. A busca constante por informações sobre o diabetes deve ser feita pelo paciente e o médico deve ser consultado periodicamente.

Terceira idade deve controlar consumo de açúcar e sal

Com o passar dos anos, ocorrem mudanças naturais na intensidade de percepção do sabor, é nessas horas que temos que tomar ainda mais cuidado

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Os cuidados com a alimentação são crescentes quando o assunto é a terceira idade. Uma das medidas mais importantes é desestimular o uso de sal e açúcar à mesa para controlar o consumo destes alimentos. Com o passar dos anos, ocorrem mudanças naturais na intensidade de percepção do sabor. Logo, a pessoa idosa passa a adicionar mais açúcar, sal e outros condimentos para temperar os alimentos até alcançar um sabor que agrade ao paladar, o que pode acabar representando um abuso na quantidade e problemas para a sua saúde

Uma das recomendações para melhorar este aspecto é prestar atenção no ato de mastigar e na higiene bucal do idoso. Optar pela adição de outros temperos à comida, como cheiro verde, alho, cebola e ervas também é uma opção.

Outro cenário comum de se encontrar na terceira idade é a falta de consumo de água. Para prevenir a desidratação é importante estimular a busca e o consumo do líquido entre as refeições. Normalmente, os idosos costumam afirmar que não sentem sede ou que a água não tem gosto. Porém, de acordo com especialistas é importante incentivar o consumo da água em pequenas quantidades, várias vezes ao dia, entre as refeições. Entretanto, em casos cuja recomendação médica restringe a ingestão de líquidos, a quantidade diária de água para a pessoa idosa deve ser calculada e sua ingestão monitorada.

Dicas para manter a mente ativa e amenizar o Mal de Alzheimer

O Mal de Alzheimer é uma doença crônica e progressiva, que pode levar à morte.

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Atualmente, cerca de 30% dos idosos brasileiros acima dos 85 anos sofrem do mal de Alzheimer. A doença é a principal causa de demência diagnosticada nos dias de hoje, acometendo 25 milhões de idosos em todo o mundo. O Mal de Alzheimer é uma doença crônica e progressiva, que leva à morte.

“Conforme envelhecemos, ocorre a degeneração e morte de diversos tecidos do organismo. O mesmo acontece com os neurônios – células que compõe o sistema nervoso”, revela o nosso neurorradiologista Dr. Renato Mendonça. Ele explica que a fase de degeneração começa por volta dos 40 anos de idade e varia por diversas circunstâncias. Segundo o profissional, essas degenerações são percebidas principalmente pela perda da memória e do raciocínio.

Embora não seja possível impedir o envelhecimento cerebral, alguns hábitos podem manter o cérebro ativo e com maior capacidade de funcionamento, ainda que com menor número de neurônios. Exercícios físicos regulares, aprendizado de novos idiomas, estudo de música ou qualquer outra atividade que envolva concentração e necessidade de raciocínio pode ajudar a inibir a doença.

 

Confira as dicas para manter o cérebro ativo:

 

  • Pratique exercícios físicos regularmente, mesmo que seja uma simples caminhada;
  • Desenvolva o hábito da leitura;
  • Palavras-cruzadas exigem concentração, logo são um excelente estímulo para o cérebro
  • Estudar um novo idioma trabalha o raciocínio, assim como aprender a tocar um instrumento musical;
  • Converse com amigos e parentes constantemente, mantendo assim a vida social;
  • Mantenha uma alimentação balanceada, livre de gorduras trans e saturadas;
  • Álcool e cigarro são dois verdadeiros inimigos dos neurônios, assim como outras drogas;
  • Visite o neurologista e realize os exames periódicos indicados.

Saiba qual é o tipo de dieta e exercicios físicos mais indicados para o seu biotipo

Baseado em Biologia Molecular, o painel genético consiste em um mapeamento e avaliação de 145 marcadores genéticos que possibilitam conhecer como cada pessoa metaboliza o que ingere.

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Estamos vivendo uma nova era na área da saúde, em que a medicina preventiva e personalizada estão provocando transformações na qualidade de vida das pessoas. Exemplo disso é o Painel Genômico de Nutrição e Resposta ao Exercício, exame que detalha o metabolismo dos pacientes, revelando os alimentos mais indicados para a dieta e exercícios físicos com melhor resposta e, até a propensão do desenvolvimento de determinadas doenças. Trata-se de um relatório individual e exclusivo, com informações importantes sobre o organismo de cada indivíduo e que ajudam a entender como o estilo de vida e a genética podem influenciar a saúde.

Baseado em Biologia Molecular, o painel genético consiste em um mapeamento e avaliação de 145 marcadores genéticos que possibilitam conhecer como cada pessoa metaboliza açúcares, gorduras, nutrientes e vitaminas, além de definir os exercícios mais indicados para cada perfil. Por meio do teste, o paciente descobre como seus genes influenciam a percepção ou desejo de alguns alimentos, como o doce e o amargo.

Os médicos, por sua vez, passam ainda a ter conhecimento não apenas do metabolismo dos pacientes, mas também da propensão ao desenvolvimento de doenças como as cardíacas e o diabetes tipo 2. Desta forma, o Painel Genômico quebra o paradigma da avaliação médica voltada para a detecção de doenças e passa a atuar na chamada Medicina Preventiva.

O teste está disponível nas seguintes unidades do laboratório Exame:

– Asa Norte II

– Mega Asa Sul

– Lago Sul

Para mais informações entre em contato com o nosso Atendimento ao Cliente: (61) 4004 3883 ou acesse www.laboratorioexame.com.br