Manteiga ou margarina: qual escolher?

Uma coisa é certa: ambas devem ser usadas com moderação

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Um pão quentinho faz com que qualquer café da manhã fique mais gostoso. Mas a dúvida é: o que é mais saudável para acompanhá-lo, manteiga ou margarina?

A manteiga, diferentemente da margarina, vem do leite e é rica em vitamina D e gordura saturada, que eleva o LDL, o colesterol ruim. Já o processo da margarina é feito por meio da hidrogenação de vegetais, que nada mais é que adicionar moléculas de hidrogênio às moléculas de gordura dos óleos, transformando o óleo líquido em margarina sólida. Esse processo faz com que a margarina seja rica em gordura trans e gordura vegetal hidrogenada, que aumenta a taxa do colesterol ruim e diminui a do bom.

A grande diferença entre elas, porém, é que a fórmula da margarina está sendo adaptada, enquanto a da manteiga não há muita alteração a ser feita. Algumas marcas de margarinas optam por colocarem em seus produtos o fitoesterol, uma substância que ajuda a controlar os níveis do colesterol. Neste caso, ponto para a margarina! No entanto, no uso culinário, a manteiga sai em vantagem, pois margarinas não suportam altas temperaturas.

Ainda assim, ambas devem ser usada com moderação e há diversas opções de substitutos. Geleias sem açúcar, cream cheese, requeijão light e queijos brancos, como o cottage, são opções mais saudáveis para acompanhar aquele pão quentinho saído da chapa. Bom apetite!

Tudo que você precisa saber sobre o surto de ebola

Ainda sem a existência de cura ou vacina, a doença é conhecida por ser altamente transmissível e letal

Ebola

O mundo enfrenta a pior epidemia de Ebola da história. Até o momento, os casos já somam mais de 8.399 infectados, conforme ao relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde). O atual surto teve início em março, na Republica da Guiné, situada na costa atlântica da África ocidental, e se espalhou rapidamente para Serra Leoa e outros países de fronteira. Dessa vez, o vírus ultrapassou as áreas rurais e chegou às capitais, onde a densidade demográfica é grande, dificultando o isolamento dos infectados e o controle da doença no país.

A primeira medida, e até hoje a mais eficiente no combate ao vírus, é o isolamento dos pacientes para interromper a transmissão. O grande receio em relação à doença é o de que o enfermo chegue ao hospital e não seja reconhecido como alguém que possa ter contraído Ebola. Por isso, é importante que os profissionais de saúde tenham conhecimento sobre a doença. O contágio se dá pelo contato com as secreções de um doente, por exemplo: saliva, urina, fezes, vômito, sangue e até mesmo lágrimas.

No Brasil ainda não há nenhum caso confirmado do vírus, e o Ministro da Saúde Arthur Chioro assegurou que todas as entradas de pessoas no País estão sendo monitoradas. Ainda segundo Arthur, nosso Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica atendeu, quando foi necessário, e continuará atendendo as recomendações e aos informativos fornecidos pela OMS. Redes de hospitais de referência também já receberam e estabeleceram critérios de diagnóstico e prevenção para controle do vírus.

Falhas nesse protocolo podem colocar o paciente e a população em risco. O que o nosso sistema de saúde deve fazer é continuar em alerta para a identificação precoce de casos suspeitos que vieram de países com epidemia. A OMS tem a previsão de que duas vacinas estão em desenvolvimento e poderão estar no mercado até o ano que vem. O Ministério da Saúde afirma que o Brasil está apto para lidar com possíveis casos de Ebola, pois possui um sistema de Vigilância Epidemiológico bem preparado.
Dúvidas sobre a doença podem ser tiradas no Disque Saúde, do Ministério da Saúde, no número 136.

O que a mudança do horário de verão afeta no organismo?

Alterar seu relógio em uma hora afeta seu relógio biológico

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Na madrugada de sábado para domingo, à meia noite, começou o horário de verão e o relógios de várias regiões do Brasil, incluindo Brasília, foram adiantados em uma hora.

Agora, o sol passa a se pôr mais tarde. Para muitas pessoas, significa mais tempo para aproveitar o dia, como sair do trabalho quando ainda está claro, passear em parques e fazer caminhadas e exercícios físicos ao ar livre. Mas nosso relógio biológico também é alterado e nosso corpo pode demorar a se acostumar com as mudanças provocadas pela troca de horário.

O primeiro domingo do horário de verão tem apenas 23 horas e nosso organismo está acostumado com dias de 24 horas. Assim, o sono e a fome não aparecem nos horários habituais. A parte do sistema nervoso que determina os horários nos quais o corpo sente sono, fome e cansaço é forçada a se alterar.

Mudanças

As alterações podem causar cansaço, dificuldade de concentração, sonolência e irritabilidade. Em geral, conseguimos nos adaptar ao novo horário de três a sete dias após a mudança. Veja, a seguir, algumas dicas que podem ajudar a melhorar o período de adaptação:

– Quem pratica atividade física deve reduzir os exercícios na primeira semana, para que o organismo se adapte às mudanças.

– Prefira se alimentar se forma leve e com alimentos de fácil digestão. Com a troca de horário, o corpo exige mais energia para se adaptar.

– Mantenha o corpo hidratado para evitar a sensação de cansaço.

– Tirar um cochilo durante a tarde pode parecer uma boa ideia, mas não é. Mesmo cansado, é melhor que você reserve o sono para o horário noturno, ajudando o relógio biológico a se acostumar.

Como melhorar a sua imunidade

Estar atento aos nutrientes, praticar exercícios e mudar alguns hábitos podem ajudar

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Existem épocas da vida que não importa o que a gente faça, sempre ficamos doentes. Isso ocorre porque o nosso sistema imunológico está fraco e qualquer vírus ou bactéria é capaz de afetar o nosso organismo. Além de tentar se recuperar, é importante que você também se esforce para que a sua imunidade não fique fraca novamente.

Alimentar-se bem é uma das grandes chaves para ter um sistema imunológico forte. Invista em frutas cítricas, como laranja, kiwi e acerola. Elas são ricas em vitamina C, responsável por aumentar a resistência do organismo. Vegetais com a coloração escura, como couve e espinafre, também podem ajudar. O consumo de feijão e cogumelos, que têm ácido fólico em abundância, também é recomendado.

Exercícios físicos não podem ficar de fora de uma vida saudável, mas devem ser feitos com moderação e cautela, principalmente se você não está acostumado com eles. Alimentar-se antes e depois dos exercícios também é importante, afinal, de nada adianta fazer exercícios se o seu corpo não estiver preparado para isso. Por outro lado, também é importante descansar, principalmente durante a noite. Poucas horas de sono aumentam nosso nível de estresse e reduzem a imunidade.

E, sempre que ficar doente, busque ajuda médica, dessa maneira você não irá se automedicar e não correrá o risco de tomar remédios desnecessariamente. Usar antibióticos sem orientação médica, por exemplo, pode aumentar a resistência das bactérias, fazendo com que elas ataquem cada vez mais seu organismo.

Estudo: alimentação ajuda no relógio biológico

Alimentar-se corretamente pode ajudar pessoas com distúrbio do sono.

Um estudo japonês descobriu que o horário e a quantidade de nutrientes que ingerimos ao longo do dia influenciam nosso ciclo circadiano, ou seja, as 24 horas que temos em um dia. Feita na Universidade de Yamaguchi, a pesquisa apontou que quando comemos, nosso pâncreas secreta a insulina para controlar não só o nível de glicose no sangue, mas também o nosso relógio biológico. Isso acontece porque o corpo interpreta a insulina lançada no sangue como um alerta para manter-se acordado.

A descoberta é importante para pessoas que sofrem de distúrbios do sono. Com uma alimentação rica em nutrientes ao longo do dia, o organismo entende que quando não houver mais a ingestão de tantos nutrientes, é hora de dormir! Ou seja, se você come pouco durante o dia e, à noite come muito, seu organismo ficará confuso sobre qual é o horário certo para comer e dormir.

No caso de viagens com fusos horários muito diferentes, o estudo também pode ser aplicado. Deste modo, a pessoa deve mudar seus horários de sono e refeições dias antes da viagem, além de evitar carboidratos pela noite, optando por concentrá-los nas primeiras refeições do dia. Assim, o organismo se adapta com o novo horário e com as novas doses de insulina liberadas no sangue.
Esteja atento ao seu relógio interno!