Cuidados com exercícios durante o inverno

Roupas quentes e aquecimento são essenciais para um bom treino

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O frio chega e a vontade de se exercitar parece que vai embora no mesmo instante. É importante não deixar o inverno vencer os ânimos e praticar atividades físicas mesmo nesta época do ano, tomando alguns cuidados para evitar lesões e, até mesmo, problemas cardíacos.

É importante sair de casa agasalhado, mesmo que você vá tirar o excesso de roupa ao longo do exercício. Calças compridas, camisetas de manga longa e casacos corta-vento são importantes. Quanto mais colados ao corpo, melhor, pois impedem que o ar frio passe pela roupa. Se estiver muito vento, use um óculos também.

Outro ponto importante é o aquecimento. Nada de sair já exigindo o máximo da musculatura, ela estará mais contraída e tensa e isso pode gerar lesões. Alongue-se bem antes e depois e foque em um bom aquecimento: cerca de 15 a 20 minutos antes de treinar de forma mais pesada. Nesta época do ano, infecções respiratórias são comuns, portanto, sempre preste atenção à respiração: inspire pelo nariz, para que o ar chegue aquecido aos pulmões.

Ao terminar o exercício, se hidrate. No inverno é comum as pessoas sentirem menos necessidade de tomar água, por isso não deixe de ingerir líquidos. E evite ficar com a roupa suada após o treino. Coloque roupas secas que vão te ajudar a manter a temperatura corporal.

Ainda assim, se tiver dificuldades para se exercitar no frio, o melhor é tentar praticar as atividades físicas em um ambiente fechado, que vai lhe dar mais segurança.

Estudo aponta as causas do autismo

Fatores ambientais são tão importantes quanto genética

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Estima-se que 1 em cada 100 pessoas no mundo tenha algum grau de autismo, síndrome na qual a pessoa tem dificuldades em interagir socialmente. O autismo surge nos primeiros 36 meses de vida da criança e, para ser diagnosticado, precisa de acompanhamento de especialistas.

Um estudo feito na Suécia apontou que fatores ambientais têm 50% de peso no desenvolvimento da síndrome. A outra metade corresponde a fatores genéticos. Realizado entre 1982 e 2006, o estudo é o maior já feito sobre as origens do autismo, ainda um mistério para a ciência.

Antes do estudo, acreditava-se que os fatores genéticos eram responsáveis por 80% a 90% do desenvolvimento da síndrome. Porém, complicações no parto, infecções sofridas pela mãe, consumo de drogas antes e durante a gravidez e até mesmo o nível socioeconômico da família têm tanta responsabilidade quanto os genes do bebê e de seus pais.

O autismo ainda não tem cura e as pessoas com a síndrome costumam ter acompanhamento de terapeutas para conseguirem se adequar à sociedade. Alguns estudos indicam que uma alimentação sem caseína (proteína encontrada no leite) e sem glúten pode ajudar a melhora do paciente, porém, nenhuma teoria foi comprovada em sua totalidade.

Os perigos da automedicação

Nenhum tipo de remédio deve ser tomado sem a supervisão de um médico

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Quem nunca ouviu a frase “de médico e louco todo mundo tem um pouco” e não viu mal algum em tomar aquele remedinho para se sentir melhor de uma gripe forte?

A automedicação é mais comum do que se imagina: muitas pessoas utilizam remédios indicados por amigos e conhecidos, ou fazem uso de um medicamento anteriormente prescrito em uma consulta. Tomar remédios sem avaliação médica pode trazer diversas complicações e levar, até mesmo, à morte.

Analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios são os medicamentos mais usados pelas pessoas sem o aval clínico. Os analgésicos são os maiores responsáveis por overdose acidental e dependência. O trio antitérmicos, anti-inflamatórios e analgésicos podem causar problemas no fígado, rins, estômago e intestino.
É importante ressaltar também que tomar remédios de forma incorreta pode mascarar algum problema de saúde mais sério, pois o sintoma que está sendo tratado pelo medicamento não será analisado pelo médico posteriormente.

Outro problema recorrente de quem se automedica é “viciar” o organismo, que, com o tempo, não consegue mais usar seu próprio mecanismo de defesa para combater uma moléstia. Por exemplo, uma pessoa que tem intestino preso e sempre recorre a laxantes, prejudica o seu quadro a longo prazo.

O profissional médico é a única pessoa capaz de avaliar os sintomas, pedir exames e, por fim, diagnosticar o paciente a fim de indicar o remédio ou tratamento adequados para cada caso.

Colesterol alto: o que fazer?

Níveis elevados de gordura podem trazer complicações à saúde

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Não é de hoje que ouvimos falar que colesterol alto faz mal para o nosso corpo. E, afinal, você sabe o que é colesterol?

Colesterol: É um tipo de gordura chamada lipídio, produzida por nosso organismo e também encontrada em alimentos de origem animal. Em níveis elevados, pode causar grandes danos à saúde, como doenças coronárias e o entupimento de veias. Para saber se seu nível está alto ou não, é preciso fazer exames de sangue.

Fatores como atividades físicas, predisposição genética e até mesmo o fumo podem influenciar no modo como o corpo humano processa o colesterol. Quando se tem diagnosticado colesterol alto, exercícios regulares, perda de peso e parar de fumar são passos importantes.

Mas mais importante ainda é mudar a alimentação: ficar longe de carnes gordurosas, frutos do mar, leites integrais, queijos cremosos e amarelos, gema de ovo, manteiga, farinhas e açúcares refinados. Esses alimentos devem ser substituídos por pães integrais, queijo branco, leites desnatados, frutas, legumes e verduras, principalmente as com cores roxas, que ajudam a baixar os níveis de gordura.

Vale lembrar que, em alguns casos, adotar essas mudanças não são suficientes para controlá-lo, sendo necessário também o uso contínuo de medicamentos.

Como identificar um infarto

Procurar ajuda médica rapidamente pode salvar o enfartado

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Doenças cardiovasculares, principalmente o infarto, são as que mais matam no mundo. O infarto ocorre quando alguma artéria responsável por levar o sangue ao coração entope, interrompendo o fluxo sanguíneo. Os principais fatores que levam um paciente a esse colapso são obesidade, colesterol alto, diabetes, hipertensão e estresse. Homens e mulheres na meia idade são os mais afetados.

Quando uma pessoa está enfartando, um segundo faz toda a diferença. Por isso é importante saber identificar logo os sintomas e procurar ajuda médica o mais rápido possível. Dores no pescoço, ombros, no braço esquerdo e no peito são os sintomas mais comuns, podendo também ocorrer suor excessivo, vômitos e náuseas.

Procurar ajuda rápida é essencial para evitar sequelas e até mesmo a morte. Por isso, não importa se o hospital mais próximo não é o que você está acostumado a frequentar, nesse momento o mais importante é ter auxílio médico.

Quem teve infarto uma vez, apresenta grande probabilidade de ter novamente. Tomar remédios que evitem o problema, alimentar-se corretamente e praticar exercícios físicos são a melhor forma de prevenir outro ataque cardíaco.

Doença celíaca: o que pode e o que não pode

Intolerantes ao glúten precisam estar atentos ao que comem

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Uma em cada 200 pessoas no mundo tem intolerância a glúten, segundo a OMS. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, cevada, aveia e centeio. Provoca danos na parede do intestino de quem é intolerante, impedindo a absorção de nutrientes como gordura, cálcio, ferro e ácido fólico. Assim, um celíaco pode ter perda de peso, anemia, osteoporose e diarreias constantes.

A doença celíaca não tem cura, e o único tratamento é uma dieta livre de glúten. Isso significa cortar tudo que vem do trigo, cevada, aveia e centeio, como cerveja, pães, massas e bolos. Por lei, todo produto deve indicar em seu rótulo se contém glúten ou não. Mesmo assim, o paciente precisa tomar cuidado com refeições feitas fora de casa, porque até mesmo o óleo em que um empanado foi feito pode prejudicá-lo.

Apesar de ter uma dieta restrita, pacientes celíacos podem levar uma vida com comidas gostosas e saudáveis ao mesmo tempo! Derivados do milho, como amido de milho, canjica, fubá e farinha de milho são opções que substituem o trigo. Arroz, fécula de batata e derivados da mandioca também são permitidos. As bebidas alcoólicas permitidas são vinho, espumante, aguardente, champanhe e saquê. Com a dieta certa e uma visita anual ao médico, o celíaco pode viver sem apresentar problemas com a doença.

O que é esclerose múltipla?

Com surtos e sem cura, a doença deve ser controlada com tratamento

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A esclerose múltipla é uma doença autoimune causada pela inflamação na bainha de mielina, uma capa que envolve todas as células nervosas. Quando esse revestimento é danificado, os impulsos nervosos diminuem ou são interrompidos. Por isso, o paciente com esclerose múltipla apresenta dificuldades motoras e sensitivas, o que leva a uma degeneração progressiva.

A longo prazo, ele fica impedido de realizar atividades normais. Em geral a doença se manifesta em mulheres brancas e jovens que carregam o gene de suscetibilidade. Ela não é, porém, uma doença hereditária e acomete pacientes de forma isolada.

A grande dificuldade de quem tem esclerose múltipla é identificar os sintomas ainda no começo da doença. Eles são sutis e passageiros, podendo durar uma semana. Quando a doença evolui, formigamento das pernas, entorpecimento, desequilíbrio, perda da visão e tremor são os sintomas mais comuns. Por ser uma doença que afeta todo o sistema nervoso central, o paciente pode ter sintomas em diversas partes do corpo.

A esclerose múltipla ainda não tem cura, mas alguns tratamentos ajudam a desacelerar a doença e a aumentar o intervalo entre os surtos, que são períodos em que os sintomas são agravados. Esteroides, medicamentos para espasmos musculares e fadiga e antidepressivos são os mais indicados para quem tem a doença.

Por ser uma enfermidade que tem sintomas brandos em seu início, é importante que qualquer suspeita seja levada ao médico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais controle a pessoa terá da doença.

A importância do teste do pezinho

Toda criança tem direito a fazer o teste, que é obrigatório no Brasil.

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Após 48 horas do nascimento, todo bebê deve fazer o chamado teste do pezinho, que permite obter o diagnóstico precoce de quatro doenças que não apresentam sintomas nos primeiros dias de vida do recém-nascido: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística e anemia falciforme. Todas têm tratamento quando diagnosticadas em seu estágio inicial, nas primeiras semanas de vida da criança.

O exame deve ser feito de dois a cinco dias depois que o bebê nasceu. Uma amostra de sangue do calcanhar do recém-nascido é coletada. Essa região é escolhida por ter boa irrigação sanguínea e por causar menos dor – algumas crianças sequer choram durante a picada! O sangue coletado é colocado em um papel filtro e encaminhado ao laboratório. O resultado demora até 30 dias úteis para sair. Caso alguma doença seja identificada, uma nova coleta deve ser feita para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento, se necessário.

Os laboratórios Exame disponibilizam o teste do pezinho para os recém nascidos. Para mais informações, entre em contato com a nossa central de atendimento ao cliente pelo telefone: (61) 4004-3883.

Suplementos proteicos: para que servem?

Uso deve ter acompanhamento médico e nem todo mundo precisa.

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É comum ver pessoas em academias de ginástica sempre acompanhadas de uma garrafinha com um líquido que parece um milk shake. Essa é a forma em pó dos suplementos proteicos, que é misturado com água para ser ingerido. Além da versão em pó, tais suplementos existem em cápsulas, pastilhas, granulados e tabletes.

E para que servem? Como o nome diz, eles têm um alto índice de proteína, ou seja, auxiliam pessoas que têm alguma carência proteica. Mas, no caso de quem treina em academias, os suplementos proteicos são usados para estimular a reconstrução muscular após o exercício, na promessa de aumentar a massa muscular. Muitas pessoas que buscam um resultado rápido na musculação aderem a esses suplementos.

Seu uso, porém, requer atenção. Muitas vezes, quem se exercita não precisa de suplementação para reconstruir os músculos trabalhados. Em alguns casos, a pessoa apenas excreta a proteína extra que ingeriu ou, então, armazena a substância no corpo em forma de gordura, trazendo um resultado diferente do esperado. Também é importante ter em mente que, sozinhos, os suplementos não aumentam o volume dos músculos: é preciso aliá-los a muito treino e disciplina.

Tomar suplementos é mais indicado a atletas que têm dois períodos de treinos diários e que mantêm uma dieta balanceada. O suplemento deve ser ingerido após a atividade física, quando a reconstrução e o fortalecimento muscular são mais intensos. É importante lembrar que a suplementação não deve substituir refeições, nem servir como dieta exclusiva, e que o acompanhamento médico e nutricional é importante.