Diga adeus ao cigarro!

31/05 é o Dia Mundial Sem Tabaco. Damos dicas para quem quer parar de fumar.

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Quem fuma vive menos. Não faltam estudos sobre os efeitos do cigarro e suas mais de sete mil substâncias tóxicas que comprovem este fato. Fumantes correm um risco nove vezes maior de óbito por doenças respiratórias e morrem três vezes mais do coração do que os não fumantes. E a única maneira de evitar isso é parando com este hábito nocivo.

Mas não é fácil livrar-se da dependência da nicotina. A substância, quando inalada com a fumaça, é rapidamente absorvida pelos alvéolos pulmonares, e em cerca de oito segundos chega ao cérebro causando alívio ao fumante. A nicotina dura pouco tempo no corpo humano, aproximadamente duas horas, o que faz com que quem fuma queira outro cigarro em um curto período de pausa.

Para parar de fumar, se pode optar pelo método imediato ou gradativo. No primeiro, a decisão é tomada e, numa determinada data, coloca-se em prática a meta de nunca mais segurar um cigarro. Já a segunda opção consiste em diminuir aos poucos o quanto se fuma, até que se pare completamente. Ambos exigem força de vontade e disciplina, principalmente no início, quando as crises de abstinência são mais fortes.

Irritação, tremores, fome compulsiva, ansiedade, dificuldade de concentração, insônia e sudorese nas mãos podem caracterizar essas crises. Tomar água, mascar um chiclete diet, comer uma fruta ou uma cenoura ajudam a pessoa a enfrentá-las. As crises tendem a diminuir a partir do terceiro dia de abstinência. Seis meses é a média que um ex-fumante leva para não pensar em cigarro todos os dias.

Quem tem maiores dificuldades em lidar com a abstinência de nicotina pode utilizar chicletes ou adesivos que contenham pequenas doses da substância, essenciais para passar pelas crises e ficar longe do tabaco. É importante lembrar que tanto o chiclete quanto o adesivo são apenas soluções momentâneas e também devem ser abandonados ao longo do tempo.

Outro ponto importante é relaxar: o cigarro causa ansiedade, por isso técnicas de respiração para acalmar podem ser úteis quando bater a vontade de fumar. É importante também evitar os gatilhos que ativem o vício: estresse, café, bebidas alcoólicas e até a convivência com amigos fumantes podem influenciar recaídas. O mais indicado a fazer é parar e refletir sobre o que, afinal, leva você a fumar. Se mesmo assim houver dificuldade em largar o cigarro, é aconselhável procurar ajuda médica.

A importância da amamentação

Amamentar faz bem tanto para a criança, quanto para a mãe.

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O alimento mais completo que um bebê pode ter até os seis meses de idade é o leite materno, devendo ser alimentada exclusivamente com ele. O leite materno apresenta propriedades e nutrientes que nenhuma tecnologia da indústria consegue reproduzir. Após os primeiros seis meses do bebê, novos alimentos podem ser acrescentados à dieta, e o ideal é que a amamentação seja mantida por dois anos ou mais.

Estudos mostram que por quanto mais tempo uma criança for amamentada, melhor será o seu desempenho em testes de cognição. O leite materno estimula o desenvolvimento cerebral do bebê em seu primeiro ano de vida. Outro benefício é o desenvolvimento dos músculos da face da criança, a sucção do peito ajuda na formação da arcada dentária, da fala e até melhora a respiração dos pequenos.

Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação protege o bebê de muitas doenças, como a anemia, alergias, obesidade e intolerância ao glúten. O leite materno ainda possui substâncias que ajudam a fortalecer o intestino da criança, evitando cólicas.

A amamentação também auxilia a mãe na sua recuperação no pós-parto. Diminui o risco de anemia, diabetes, hemorragia e cânceres de mama e ovário, e até mesmo atenua o estresse, além de ajudar no contato entre a mãe e o bebê recém-nascido.

Você faz check up ao menos uma vez ao ano?

Bateria de exames é importante e deve levar em conta o histórico do paciente.

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Você já deve ter ouvido falar em check-up, aquela bateria de exames que o seu médico pede todo ano para saber como está a sua saúde. O check-up, contudo, vai além de simplesmente fazer um exame: ele é uma avaliação da sua saúde de acordo com o seu histórico, idade, gênero e hábitos. Assim, é fundamental voltar ao médico após realizá-los, para que ele possa avaliar bem os resultados.

Normalmente, homens e mulheres começam a fazer os exames anuais a partir dos 35 anos, o que deve ser discutido com um médico, levando em conta o histórico do paciente e de doenças na família. A periodicidade também deve ser decidida junto ao profissional, que irá considerar doenças já conhecidas, como hipertensão, colesterol alterado e diabetes. Nesses casos, os exames devem ser feitos mais de uma vez por ano, para evitar que as condições do paciente se agravem.

Mesmo levando em conta a individualidade de cada um na hora de decidir quais exames fazer, existe uma lista básica com os mais importantes deles, aos quais devemos estar atentos: glicemia, hemograma, colesterol, eletrocardiograma e dosagem de hormônios da tireoide são alguns exemplos. É importante ressaltar que além dos exames e do acompanhamento médico regular, um estilo de vida saudável é essencial para que a saúde esteja sempre boa.

O que é hanseníase?

Doença infectocontagiosa tem cura e tratamento gratuito pelo Ministério da Saúde.

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Conhecida desde o início da humanidade, a hanseníase foi considerada um estigma durante muito tempo: os portadores da doença eram excluídos do convívio social e ficavam em um local afastado até a morte. Hoje, a realidade é outra, a hanseníase tem cura e o paciente não precisa ser isolado.

Popularmente chamada de lepra, a doença ataca a pele e pode afetar os nervos periféricos e os olhos. Sua transmissão é feita através das secreções das vias aéreas e pela saliva. Porém, a maioria das pessoas que entra em contato com o bacilo Mycobacterium leprae não manifesta a hanseníase, pois ela depende de um sistema imunológico fraco para se desenvolver. Apenas 5% dessas pessoas que tiveram contato com o bacilo contraem a doença.

Os sintomas da moléstia incluem dormência nas extremidades, manchas brancas e avermelhadas, sensação de formigamento, perda de tato e da sensibilidade ao frio e calor, alteração na sensibilidade da pele, diminuição da força muscular, caroços e placas no corpo. Mas é só com um exame que se pode diagnosticar a doença.

O tratamento é simples, porém demorado: o paciente deve tomar de dois a três remédios durante seis meses a um ano, distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Saúde. Os pacientes que estão em tratamento regular, ou que já receberam alta, não transmitem a doença. É importante lembrar que o uso dos medicamentos não deve ser interrompido, por mais que o tratamento seja longo.

Estou grávida e agora?

Tudo o que você precisa saber sobre o pré-natal.

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Quando uma mulher descobre que está grávida, é hora de pensar no pré-natal! É por meio deste acompanhamento médico que se cuida da saúde tanto da futura mãe, quanto do bebê, garantindo uma gravidez mais saudável, eliminando possíveis riscos durante o parto e permitindo diagnosticar complicações ainda em suas fases iniciais.

Para dar início ao pré-natal, é preciso escolher um ginecologista, caso a paciente não tenha um. Manter um bom relacionamento com esse profissional ajuda a deixar a futura mãe mais segura e tranquila. Alguns especialistas são a favor da chamada gravidez de 12 meses, em que se aconselha aos pais que procurem ajuda médica antes mesmo de engravidar. Primeiro para tirarem dúvidas, depois para fazerem exames clínicos e laboratoriais para checar a saúde do casal.

Escolhido o médico, começa a fase dos exames. Exames de sangue costumam ser os mais solicitados, para checar se a mulher está com anemia ou algum tipo de infecção. O médico também pode pedir testes de glicose e indicativo de doenças, como HIV, rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose, hepatite B e C e sífilis. Exames de urina e fezes também podem ser requisitados. Dependendo da saúde da mulher e se a gravidez é de risco, outros exames podem ser adicionados a essa lista. Parte deles podem ser repetidos durante a gravidez.

Outro exame importante e que deve ser feito ao longo de toda a gestação é o ultrassom. O ideal é realizar no mínimo três: no primeiro trimestre, para avaliar o tempo de gravidez e calcular a provável data do parto; no segundo trimestre, quando os órgãos do feto já estão formados e o último no terceiro trimestre, para acompanhar o crescimento do bebê. O médico pode pedir mais ultrassonografias dependendo das circunstâncias. É também importante fazer consultas regulares ao ginecologista. E aproveitar com tranquilidade esta nova etapa da vida!

Glicose alta: o que fazer?

Novos hábitos e acompanhamento médico.

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A glicose é a substância que nosso corpo usa como fonte de energia. Quando o índice glicêmico de uma pessoa está alto, significa que o pâncreas dela não está mais produzindo insulina, que é responsável por transportar a glicose para as células. Quando esse processo não acontece, a glicose se acumula no sangue e seu excesso é eliminado pelos rins na urina. O desequilíbrio de glicose no sangue é a causa da diabetes, que pode comprometer o funcionamento dos rins, causar problemas de visão e do coração.

Os sintomas da glicose elevada são irritabilidade, urina alaranjada, sede excessiva, boca seca, aftas, visão turva, perda de peso e falta de energia. É importante procurar ajuda médica assim que notar os sintomas. Quando não são tratados, os níveis altos de glicose no sangue podem causar a perda de visão e levar a amputação de membros e extremidades.

Depois do diagnóstico, o paciente com glicose alta no sangue deverá tomar cuidado com a sua alimentação e fazer exercícios regulares. Evitar embutidos, doces, carnes gordas, massas feitas com farinha branca e bebidas alcoólicas estão entre as recomendações que devem ser adotadas em sua dieta.

Também é preciso monitorar constantemente o nível de açúcar no sangue. Esse controle é feito com aparelhos para diabetes, que coletam sangue das pontas dos dedos do paciente. O acompanhamento médico é fundamental, qualquer alteração de saúde ou aparecimento de sintomas diferentes, devem ser informados.

Você sabe o que é endometriose?

Doença pode levar a mulher à infertilidade e deve ser tratada o quanto antes.

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O endométrio é a mucosa que reveste a parte interna do útero. É nele que um óvulo, quando fecundado, se implanta dando início a uma gravidez. E é ele também que, durante a menstruação, é eliminado causando o sangramento. O que sobra no útero volta a crescer até o fim do próximo ciclo menstrual. Porém, nem sempre o endométrio segue o fluxo normal. Em algumas mulheres, ao invés de ser expelido, migra para o sentido oposto, indo para os ovários, intestino, reto e bexiga. Essa é a chamada endometriose, doença que acomete cerca de 15% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva.

Suas causas ainda são obscuras e existem apenas teorias sobre elas. Porém, alguns fatores de risco são observados. O primeiro deles é a genética: uma paciente que tem histórico de endometriose na família tem seis vezes mais chances de também desenvolvê-la. Além disso, começar a menstruar muito cedo, ter período que dura sete dias ou mais, nunca ter tido filhos, ter ciclos menstruais frequentes ou hímen não perfurado podem ser alguns dos fatores que influenciam o surgimento da endometriose. Apesar de ser, as vezes, assintomática, alguns sintomas aparecem ao longo do desenvolvimento da doença, entre eles: cólica menstrual forte, dores durante as relações sexuais, dores e sangramento ao urinar e evacuar.

O diagnóstico da endometriose pode ser feito por meio do exame pélvico, ultrassom transvaginal, laparoscopia pélvica e, por fim, uma biópsia. O tratamento da doença depende muito da idade da pessoa. Quando ocorrem lesões maiores, devem ser feitas cirurgias para a retirada das áreas afetadas e, as vezes, é necessária a retirada dos ovários e útero. No caso de mulheres que nunca tiveram filhos, remédios para as dores e medicamentos que suspendam a menstruação são as melhores opções. É importante ressaltar que a endometriose é uma doença séria que pode levar à infertilidade. Mediante qualquer suspeita, o indicado é procurar um médico e fazer os devidos exames.

Gravidez e exercícios físicos: o que pode e o que não pode?

Exercícios durante a gravidez ajudam mãe e bebê a manter uma boa saúde.

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Exercitar-se durante a gravidez é essencial para manter a saúde e qualidade de vida da mãe. E a do bebê também. Um estudo da Universidade de Medicina e Biociências de Kansas, nos Estados Unidos, mostrou que grávidas que praticaram exercícios por no mínimo três vezes por semana, durante 30 minutos, ajudavam seus bebês a terem uma frequência cardíaca menor nas últimas semana de desenvolvimento.

Além de ajudar o feto, a mulher também melhora a gestação ao fazer exercícios físicos. Diminuição das dores nas costas e dos possíveis incômodos da gestação, preparo físico cardiopulmonar e até mesmo preparar a gestante para o parto e pós-parto são alguns dos benefícios. É importante ressaltar que antes de qualquer atividade é preciso consultar um ginecologista para saber se os exercícios estão liberados.

Após receber a liberação médica, é hora de pensar que tipo de exercício fazer. A natação, ou outras atividades aquáticas, são ótimas opções para quem já praticava algo antes da gravidez e para as novatas. Na água, o inchaço é reduzido, as articulações não sofrem tanto impacto e conseguem suportar o peso da mulher e do bebê, além disso, o calor não é tão sentido, como em outras atividades. Praticar mergulho, porém, não é indicado, pois o feto teria um maior risco de ter doença de descompressão.

Caminhadas são perfeitas para quem está começando alguma atividade por causa da gestação. Ela melhora o condicionamento físico, aumenta o fluxo sanguíneo e diminui o stress. A gestante deve tomar o cuidado de respeitar seus limites, não deixar que a frequência cardíaca passe dos 140 batimentos por minuto e caminhar somente quando o clima estiver agradável. Quem quiser correr, precisa ter precaução: se a mulher não corria antes da gravidez, o ideal é esperar o bebê nascer para começar, porém, se ela já praticava antes, pode continuar durante o primeiro trimestre, contanto que seja uma corrida leve – e sempre com o aval médico. Durante a gestação, o corpo da mulher muda e sua postura, marcha e equilíbrio são alterados, por isso não é recomendado correr após os primeiros três meses.

Pilates e yoga são boas opções, também. No pilates é necessário respeitar os limites e procurar um fisioterapeuta que seja especializado em gestantes, para que a mulher não faça exercícios que são contraindicados para ela. Segundo especialistas, o pilates é benéfico porque trabalha os músculos do abdômen, da pélvis e a respiração, o que pode ajudar a gestante no parto. Já a yoga tonifica os músculos, relaxa as articulações e aumenta a flexibilidade, ajudando a mulher a se adaptar às transformações de seu corpo. Os movimentos também ajudam o cérebro a produzir endorfinas que melhoram o humor.

É recomendado que a gestante evite atividades que tenham qualquer risco de queda ou trauma abdominal, além de levantar pesos ou exercícios de resistência.

Remédios: que cuidados tomar?

Medicamentos precisam de atenção extra do paciente.

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Usar remédios indevidamente pode não só não resolver o problema do paciente, como também afetar a sua saúde. Tomar medicamentos apenas com a prescrição médica é a regra número um para qualquer pessoa que está doente, mas também é importante lembrar alguns cuidados que o paciente deve ter ao usar esses remédios. Da próxima vez em que seu médico prescrever algum medicamento, lembre-se dessas dicas:

1. Tome o remédio como indicado. Se for um comprimido sublingual, espere que ele seja dissolvido embaixo da língua, caso contrário, ingira sem deixar que ele dilua na boca. No caso de xaropes, use sempre a quantidade que o médico indicou, tomar mais não vai fazer os sintomas desaparecerem mais rápido.

2. Ingira comprimidos com água. A água é o líquido mais indicado para tomar remédios, pois não tem substâncias que podem alterar a ação do medicamento. Ingerir sem líquidos não é indicado, pois o comprido inicia sua degradação antes de chegar ao estômago, o que pode fazer com que ele perca parte da eficácia. Nenhum medicamento deve ser ingerido com bebida alcoólica.

3. Sempre informe seu médico sobre os medicamentos que está tomando. Alguns remédios podem ter interação com outros, atrapalhando ou até mesmo cortando a eficácia deles. É o caso da pílula anticoncepcional com o uso concomitante de antibióticos: a maioria deles corta o efeito da pílula.

4. Guarde sempre o medicamento no local correto. Remédios não devem ser guardados em lugares onde há calor excessivo ou expostos à luz do sol. Também deve-se evitar guarda-los no banheiro por causa da umidade, que pode alterar as condições dos comprimidos.

5. Siga as orientações médicas. Existem pessoas que tomam remédios somente enquanto têm os sintomas e depois param, ou não seguem os horários. Interromper um tratamento faz com que as bactérias, ou vírus, não sejam completamente eliminados e eles podem até mesmo criar resistência aos medicamentos, permitindo que a infecção volte a se manifestar alguns dias depois.

6. Leia a bula. É importante o paciente saber o que é permitido enquanto estiver sob o tratamento. Na bula é possível encontrar informações sobre como o medicamento deve ser ingerido, se antes ou junto das refeições e se pode ingerir álcool durante o período medicamentoso. O paciente também deve saber os efeitos colaterais: alguns remédios podem causar tonturas, visão embaçada e até sonolência, o que impede o paciente de dirigir durante o tratamento.

7. Grávidas devem ter cuidado dobrado. No caso de gravidez ou mesmo apenas a suspeita de, é importante que a paciente converse com o médico antes de ingerir qualquer tipo de medicamento, pois ele pode ser prejudicial para o feto. Até mesmo uma simples aspirina pode oferecer riscos ao bebê, como malformações e hemorragias.

Alzheimer: quais são os sintomas e como lidar com o diagnóstico

Doença afeta tanto o paciente, como seus familiares.

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Perda de memória, dificuldade de fazer pequenas atividades do cotidiano, alteração no raciocínio lógico e até mesmo perda da inibição são alguns dos sintomas do Alzheimer, que ataca cerca de 6% dos idosos no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer. Incurável, a doença atinge 15 milhões de pessoas no mundo inteiro e acaba por afetar, além do próprio paciente, também os seus familiares.

O Alzheimer é uma doença degenerativa e progressiva que causa dependência por causa da atrofia no cérebro. Com ela, a pessoa afetada pela doença começa a perder a memória mais recente e, aos poucos tem dificuldades no trabalho e na relação social. O paciente pode até lembrar de acontecimentos passados há anos, mas tem dificuldade, por exemplo, de lembrar se tomou café da manhã naquele dia. Com o tempo, a doença evolui e a pessoa perde a capacidade de compreensão, tem problemas com a linguagem e alteração no comportamento. A longo prazo o paciente fica dependente de outras pessoas para atividades básicas como se alimentar.

Os familiares de uma pessoa que tem Alzheimer podem achar que ele não precisa de cuidados específicos por ter uma aparência completamente saudável, porém o paciente pode precisar de assistência o tempo todo. Em geral, o portador de Alzheimer tem uma expectativa de vida de cinco a dez anos menor, e muitas vezes o que o leva a morte não é a doença, mas sim suas complicações, desde acidentes com quedas até mesmo a dificuldade de engolir, o que pode levar a desnutrição.

Quem tem um familiar diagnosticado com Alzheimer precisa dar todo tipo de apoio ao paciente. A Associação Brasileira de Alzheimer pode ajuda-los a passar por esse momento com os encontros que promove para que famílias troquem experiências e aprendam a entender um pouco mais sobre a doença.