Marca-passo cerebral pode ajudar em casos de epilepsia

Criado nos Estados Unidos, aparelho ajuda pessoas que têm a doença em modo crônico.

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A epilepsia é uma doença que afeta 50 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), e destas, entre 20% a 30% apresentam a condição em forma crônica resistente a remédios, ou seja, intratável. A maioria dessas pessoas têm dificuldades de manter um emprego, por exemplo, porque frequentemente sofrem crises sem poder antevê-las. Outro problema é a alta taxa de mortalidade: três vezes maior do que a da população em geral, devido a quedas durante as crises.

Pensando nesses pacientes, uma empresa americana criou o RNS System, um marca-passo que é implantado no cérebro para analisar e gravar a atividade cerebral e ativa uma estimulação para inibir a descarga que gera uma crise antes mesmo dela começar.

O aparelho porém, não funciona em qualquer pessoa que tenha epilepsia crônica, mas sim em quem tem crises que são iniciadas em determinadas regiões do cérebro apenas, que é onde a estimulação consegue agir. Para saber se o paciente é elegível para o uso do marca-passo, é necessário uma série de testes para identificar o padrão das crises.

Apesar de já ter sido aprovado nos Estados Unidos, ainda não há previsão para o RNS System chegar ao Brasil.

Mitos e verdades da menstruação

A menstruação traz uma série de dúvidas, confira alguns mitos e verdades.

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Quando o assunto é menstruação, sempre vem à nossa mente um monte de coisas que já nos disseram. Quem nunca ouviu que não é recomendado lavar o cabelo quando se está menstruada? Ou que o corpo fica mais sensível durante o período menstrual? O difícil é saber o que é verdade ou não dentre tantas afirmações. Para ajudar a esclarecer as principais dúvidas, apresentamos três verdades e três mitos sobre o assunto:

Atividade física regular melhora a TPM?
Verdade. Na semana pré-menstruação a produção de endorfina, substância responsável pela sensação de bem-estar, diminui e isso pode deixar a mulher mais ansiosa, irritada, com dores de cabeça e até mesmo cólicas. Praticar uma atividade física aumenta a produção de endorfina, melhorando os sintomas. Mas, vale lembrar: quem pratica muito esporte pode menstruar muito pouco, ou até mesmo não menstruar, devido à queda do estrogênio. Assim, quem pratica exercício físico de maneira muito intensa, pode ter alterações no ciclo menstrual.

Mulheres virgens não podem usar absorvente interno?
Mito. Não há qualquer tipo de restrição para o uso de absorvente interno em mulheres que não tiveram sua primeira relação sexual. E, também, não há nenhum risco de romper o hímen.

A sensibilidade do corpo aumenta?
Verdade. Durante o período menstrual o corpo da mulher sofre muitas mudanças, como o aumento do nível de neurotransmissores, substâncias que interferem no humor da mulher, causando euforia, ansiedade e até depressão. Além disto, outro sintoma muito comum é sentir dores nas mamas.

Mulher menstruada não pode lavar o cabelo?
Mito. Isso não passa de uma lenda antiga. A mulher pode seguir com a sua rotina normal durante todo o período menstrual.

Depois da menarca – a primeira menstruação -, a mulher cresce pouco?
Verdade. A fase de crescimento nas mulheres ocorre antes da primeira menstruação. Por isso, após a menarca, o crescimento fica mais lento e a menina costuma crescer, em média, mais sete centímetros.

Quando menstruada, a mulher não engravida?
Mito. A ovulação pode ocorrer a qualquer momento, até mesmo quando a mulher estiver menstruada. Momentos estressantes ou de grande emoção podem influenciar na ovulação, por isso, para prevenir a gravidez, é preciso estar sempre precavida e usar métodos contraceptivos como a pílula anticoncepcional e a camisinha.

Hipertensão: como diagnosticar e tratar

Doença afeta 20% da população brasileira e tratamento, em alguns casos, nem precisa de remédio.

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A hipertensão é uma síndrome metabólica que muitas vezes é acompanhada por outras alterações, como AVC, diabetes e obesidade. Ao longo da vida, as nossas artérias podem sofrer algum tipo de resistência, como uma vasoconstrição ou vasodilatação, que é quando os vasos sanguíneos se fecham ou dilatam, respectivamente. No caso da hipertensão, os vasos se fecham e o sangue precisa de uma pressão maior para passar por eles, assim, a pressão da pessoa aumenta. Hoje, a hipertensão afeta cerca de 20% da população brasileira e 50% das pessoas que têm obesidade também convivem com ela. No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, apresentamos as principais causas e tratamentos da doença.

Apesar de cerca de 90% dos casos de hipertensão serem de origem hereditária, outros fatores podem influenciar os níveis da pressão arterial, como obesidade, fumo, stress, diabetes, alto consumo de sal ou álcool,  falta de atividade física, sono inadequado e níveis altos de colesterol. Algumas doenças também podem levar o paciente a desenvolver a hipertensão, como distúrbios em glândulas endocrinológicas e distúrbios da tireoide.

Para diagnosticar a hipertensão é preciso medir a pressão regularmente para notar alguma mudança no quadro do paciente. Alguns sintomas também podem ser observados, como dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, dores do peito, visão embaçada, fraqueza e sangramento nasal. Uma vez diagnosticada, o paciente pode se encaixar em três estágios diferentes da doença:

Estágio I: pressão acima de 140 por 90 e abaixo de 160 por 100
Estágio II: pressão acima de 160 por 100 e abaixo de 180 por 110
Estágio III: pressão acima de 180 por 110

Apesar de não ter cura, a hipertensão pode ser controlada e o paciente pode levar uma vida normal, com algumas restrições. O tratamento depende de cada paciente, de acordo com a medida da pressão e seu histórico de saúde. E nem sempre o tratamento implica no uso de medicamentos, em alguns casos, apenas adotar um estilo de vida saudável, como manter o peso adequado, praticar atividades físicas, parar de fumar, evitar o consumo de sal e controlar o diabetes pode ser o suficiente. Para quem precisa tomar remédio, porém, é necessário que o medicamento seja inserido completamente na vida da pessoa, não deixando de tomar mesmo que o mal estar causado pela doença desapareça.

Dietas radicais: o que elas fazem com a nossa saúde

Além de nem sempre ajudar a perder peso, cortar alimentos pode causar diversos problemas a saúde

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Muitas vezes, em busca de um corpo que é considerado ideal pela sociedade, as pessoas adotam dietas radicais como a da sopa, do abacaxi, do líquido e até mesmo o jejum. O que elas não sabem é que, além de perder peso da maneira errada, estão fazendo mal para a própria saúde.

Privar-se de certos alimentos pode fazer com que o corpo elimine apenas líquidos e, o pior, massa muscular. Muitas vezes, a falta dos nutrientes podem causar anemias, fraquezas, hipoglicemia, deficiência de vitaminas e sais minerais, doenças nos rins e, nas mulheres, alterações no ciclo menstrual. Em vez de proibir alimentos, a pessoa deve manter uma alimentação saudável e balanceada, em quantidades pequenas e fracionadas ao longo do dia.

Outro vilão para quem faz dietas radicais é o jejum. Achar que ficar sem comer vai ajudar a emagrecer mais rápido é um equívoco, porque em vez de eliminar a gordura, o corpo elimina os líquidos e massa muscular, além de prejudicar o metabolismo. O ideal é comer a cada três horas, sem exageros. A ausência dos nutrientes também pode afetar a saúde bucal, uma vez que atinge o sistema imunológico e compromete as gengivas e ossos que sustentam os dentes. Também é possível o aumento da cárie, mesmo que a pessoa não coma nada, pela falta de saliva na boca.

Antes de começar qualquer dieta, vá ao médico e faça exames. Ainda com o acompanhamento médico, opte sempre por pratos coloridos, com verduras e legumes, mas nunca corte nenhum tipo de alimento sem o aval de um nutricionista, apenas escolha opções mais saudáveis, como pães e arroz integral. Por fim, nunca pule refeições: respeite sempre o café da manhã, almoço e jantar.

Faça todos os seus exames em um só lugar

Escolher um laboratório que realiza todos os exames é ideal para otimizar o tempo.

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Com a correria do dia a dia não há nada como a praticidade de realizar todos os seus exames em um lugar. Laboratórios que realizam os exames clínicos de imagem tornam mais fácil manter o check-up em dia, facilitando assim o diagnóstico precoce de algumas enfermidades.

Pessoas idosas ou com dificuldade de locomoção são beneficiadas pela facilidade de ter tudo o que precisa em um só laboratório. Quem precisa tirar folga do trabalho também é beneficiada, pois pode fazer tudo em um só lugar.

Por mais que você adote hábitos saudáveis como a prática de exercícios e a alimentação correta, é necessário ter seus exames em dia. O aconselhável é manter uma periodicidade anual, principalmente após os 35 anos. Em alguns casos, este tempo deve ser menor, como para os portadores de hipertensão, colesterol alto, diabetes e outras patologias que precisam ser controladas.

Otimize seu tempo e marque todos os exames em um só lugar. Verifique com o laboratório quais exames podem ser feitos no mesmo dia.  No Laboratório Exame é possível realizar exames laboratoriais e de imagem na unidade Asa Sul – Centro Médico, localizada no endereço: SHLS 716 – Bloco B – Térreo.

Quando ter filho se torna uma obsessão

Crises de ansiedade e reações alérgicas são sintomas de uma obsessão.

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A maioria das mulheres tem vontade de ser mãe, não importa qual seja a composição da família. Mas o desejo não pode passar dos limites do comum e se tornar uma obsessão, como é o caso da personagem Juliana, da novela ‘Em Família’, interpretada por Vanessa Gerbelli.

Quando a pessoa, homem ou mulher, começa a ter todos os aspectos da vida afetados negativamente pelo desejo de ter um filho, é necessária a ajuda de profissionais para reestabelecer o equilíbrio emocional. Psiquiatras e psicólogos podem ajudar a pessoa ou o casal, mas os outros profissionais envolvidos nas tentativas de concepção ou adoção também precisam ter a sensibilidade necessária para tratar a situação.

Ter um filho deve ser um sinônimo de felicidade e não um dever a ser cumprido com a sociedade – os pais devem analisar quais os reais motivos para se cobrarem tanto quando se trata desse assunto.

O desejo deixa de ser saudável para ser uma obsessão quando sintomas como crises de ansiedade, choro e reações alérgicas começam a aparecer. Esta é a hora de procurar profissionais qualificados que possam auxiliar os pais a tornar esta fase tão importante da vida um processo tranquilo.

Páscoa: como aproveitá-la sem descuidar da saúde

Chocolate em pequenas doses faz bem e você não precisa ficar sem.

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Está preocupado com a quantidade de chocolate que vai comer na páscoa? É difícil resistir a esse feriado cheio de delícias. Mas você não precisa se privar totalmente enquanto assiste os outros comendo ovos e barras de chocolate – é só saber controlar e definir um limite.

Alguns tipos de chocolates são mais saudáveis pra você se jogar sem medo. Prefira os que tem menos açúcar e mais cacau, como os tipos amargo e meio amargo. O cacau tem substâncias que atuam no cérebro, ajudando com o bem-estar e nos deixando mais dispostos. Além disso, uma boa notícia para as mulheres: o chocolate possui grande quantidade de magnésio, substância que tem seus níveis diminuidos durante a TPM.

Em pequenas quantidades o chocolate não faz mal e nem engorda. Sua quantidade de  flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, podem reduzir o risco de problemas cardiovasculares e desacelerar o envelhecimento.

Quem diria que aproveitar bem a páscoa pode te ajudar a ficar jovem por mais tempo? É só controlar a quantidade de gorduras – evite o chocolate branco, que tem muita gordura hidrogenada – e escolher o tipo certo!

Cinco dicas para perder o medo de ressonância magnética

Claustrofobia e crises de ansiedade são os principais medos dos pacientes.

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A ressonância magnética é um dos exames mais avançados de diagnóstico por imagens e pode ajudar a identificar os mais diversos tipos de enfermidade. Porém muitas pessoas ainda têm medo de realiza-la e se preocupam com possíveis crises de ansiedade em lugares fechados ou claustrofobia. O Dr. Leonardo Kayat Bittencourt, nosso médico radiologista, dá algumas dicas para que você possa realizar o exame sem medo.

1. Entenda o exame e tire as dúvidas.

Converse com seu médico sobre como será o procedimento e pergunte tudo o que precisar saber com antecedência, para evitar a ansiedade.

2. Saiba que você estará acompanhado.

Durante todo o exame o paciente é acompanhado por um médico, enfermeiros e técnicos de radiologia. Em alguns casos um acompanhante também pode permanecer na sala com o paciente.

3. Você estará em um ambiente tranquilo.

Relaxar é o melhor remédio. “Entre outras medidas para gerar maior conforto, nós possibilitamos que, para os exames de ressonância magnética, os pacientes coloquem uma venda nos olhos, e escute uma música relaxante de fundo”, afirma o Dr. Leonardo.

4. Fique confortável.

Escolha uma posição na qual você vai se sentir mais à vontade durante todo o tempo de exame. Algumas posições ajudam quem tem claustrofobia, como as que permitem que o paciente veja a abertura do aparelho.

5. Evite o pânico.

Outra forma de reduzir a claustrofobia é colocar primeiro os pés do paciente em vez da cabeça no aparelho de ressonância. Isso é possível no exame de algumas regiões do corpo, como os tornozelos, joelhos, quadris, pelve e abdome, entre outros. Poder ver o lado de fora faz toda a diferença nesses casos.

A importância da mamografia

Prevenção e exames devem ser feitos a partir dos 35 anos.

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As mulheres vivem dias atarefados, com duplas e até triplas jornadas e assim quase não sobra tempo pra cuidarem de si. Mas a saúde feminina precisa estar sempre em primeiro plano para que as outras tarefas possam ser desempenhadas com sucesso. E os exames de mama são essenciais para as mulheres, especialistas na área alertam que fazer os exames e se prevenir é o melhor caminho para evitar diversas doenças, inclusive o câncer de mama.

Este tipo de câncer é o segundo mais frequente no mundo e a estimativa do INCA (Instituto Nacional do Câncer) é que só neste ano sejam diagnosticados mais de 57 mil novos casos da doença. Ter bons hábitos podem diminuir sim os riscos da doença, mas os exames preventivos também são necessários. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, as chances de morte da paciente diminuem de 30 a 70%. Por isso, as mulheres que não têm casos de câncer na família devem realizar a primeira mamografia entre os 35 e 40 anos de idade e, a partir daí, repetir o exame anualmente até os 70 anos.

O processo é um pouco diferente para quem tem histórico da doença em parentes de primeiro grau. Qualquer mudança na mama deve ser acompanhada e os exames devem ser realizados dez anos antes da idade em que o parente foi diagnosticado. Ou seja, se a mãe teve câncer aos 35 anos, a filha deve começar a fazer a mamografia anual aos 25.

Para que você se sinta mais confortável durante a mamografia, apresentamos três dicas:

Evite agendar o exame logo antes ou depois da menstruação
Procure marcar a mamografia na segunda ou terceira semana do ciclo menstrual, além de seu exame ser mais detalhado, as mamas não estarão sensíveis devido às alterações hormonais.

Avise se tiver implantes de silicone
As próteses podem interferir no exame, por isso o radiologista deve ajustar as doses de radiação e também posicionar a paciente de maneira específica, para expor a maior área de tecido mamário e não os implantes.

Posicione-se de forma confortável
No momento do exame, o radiologista irá te posicionar da melhor forma, mas, caso esteja sentindo-se desconfortável, avise o especialista. Você precisará ficar relaxada e imovel durante toda a radiografia para impedir que o resultado seja prejudicado.

A ultrassonografia ou ressonância magnética não substituem completamente a mamografia, que continua sendo a melhor opção para diagnosticar precocemente o câncer de mama. E lembre-se de sempre levar resultados de exames anteriores para que o médico radiologista possa comparar e analisar possíveis mudanças.

Trocar o dia pela noite pode causar desordem hormonal e ganho de peso

Dormir durante o dia atrapalha a alimentação correta.

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Que tal regular seus hábitos de sono? Dormir durante o dia e realizar as tarefas quando o sol já se foi pode fazer mal para a sua saúde.  Isso acontece porque o ciclo circadiano – o chamado relógio biológico – fica desregulado, já que ele se baseia na claridade do ambiente. Com isso, os hormônios também ficam desregulados, tornando a alimentação mais difícil de controlar, o que pode causar obesidade e problemas cardíacos.

Mas o que o sono tem a ver com o coração? Muito. Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)  foram investigar os motivos para os notívagos e trabalhadores noturnos não se alimentarem tão bem quanto quem fica acordado durante o dia. E eles descobriram que as pessoas que dormem enquanto o sol está lá fora, têm um comportamento hormonal diferente. A frelina, molécula que dispara a vontade de comer, mantém seu hormônio alto, enquanto a xenina, que nos dá a impressão de estar com a barriga cheia, mantém níveis muito baixos, mesmo após as refeições.

Além dos problemas com a alimentação há também o stress diário. O cortisol, um hormônio que é associado ao stress e normalmente tem um pico no início da manhã (explicando o mau humor matinal da maioria), é liberado mais constantemente nos trabalhadores do período da noite.

Quem acha que só consegue dormir mais tarde e mesmo assim ainda acorda cedo, pode tentar mudar alguns hábitos – como jantar e desligar televisão, computador e outros eletrônicos mais cedo que o de costume. Se você trabalha durante a noite, não se preocupe: é possível minimizar estes efeitos. Um ‘dia de sono’ tranquilo é o primeiro passo. Procure dormir as oito horas necessárias para sentir-se descansado. Também é necessário regular os horários das refeições e se alimentar de três em três horas.