Tirar cutículas pode fazer mal à saúde

Hábito comum entre as mulheres brasileiras pode acarretar em diversas doenças.

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Um hábito muito comum entre as mulheres brasileiras é o de retirar as cutículas com um alicate ao fazer as unhas no salão ou em casa. Mas você sabia que isso pode fazer mal à saúde?

A cutícula é uma barreira que protege suas mãos e seu organismo de fungos e bactérias. Por isso, sua ausência facilita a entrada no nosso organismo de uma série de doenças – micose e hepatites B e C são apenas alguns exemplos. Além disso, há o risco de cortar um pedaço além da cutícula e ter uma inflamação na pele.

Para evitar que isso aconteça, é possível, sim, parar de tirar as cutículas. O segredo está na hidratação algumas vezes ao dia com cremes e óleos específicos para esta área. Aos poucos, elas vão ficando mais finas e imperceptíveis. E os benefícios não param por aí: com o tempo, as unhas tendem a ficar até mais fortes e saudáveis!

Ao fazer as unhas, você pode pedir para a manicure apenas empurrá-las, e assim as mãos ficam com uma aparência limpa e saudável, sem o risco de machucados. Se você faz as unhas em casa, a dica também é ter palitos de aço inoxidável, que são menos porosos – acumulando, assim, menos bactérias – que os de madeira e permitem que você os esterilize em água fervente antes de usá-los.

Caso tenha algum problema com suas cutículas, vale consultar um dermatologista para tirar todas as suas dúvidas e realizar um tratamento adequado.

Previna os cinco fatores do envelhecimento

Hábitos saudáveis podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre o corpo.

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Envelhecer é, sim, inevitável. Mas você pode retardar o processo ao aliar uma vida de hábitos saudáveis  a algumas atitudes que podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre nosso corpo.

As inflamações são um processo normal dentro do organismo, e com o tempo podem atingir artérias ou articulações, o que torna sua cura mais difícil. O cigarro, a obesidade e o stress contribuem para seu surgimento. Para preveni-las, o ideal é comer carboidratos bons e moderar o consumo de álcool, além de fugir do sedentarismo mantendo seu corpo em movimento.

O stress oxidativo é o que dá a impressão de que nosso corpo está “enferrujado”.  É quando as células sofrem um processo de deterioração pelo acúmulo de radicais livres, o que pode levar a doenças como câncer, artrite reumatoide e diabetes. Para evitar esse problema, a solução está na alimentação: antioxidantes como vitaminas A, C, E, betacaroteno, ginseng e ginkgo biloba podem ser encontrados tanto em alimentos quanto em suplementos alimentares.

A glicosilação acontece quando as moléculas de açúcar se unem com as proteínas dos alimentos, que acaba enrijecendo os órgãos. Quando isso acontece no coração, por exemplo, sua capacidade de bombear o sangue fica afetada.  O xarope de milho – rico em frutose e encontrado em muitos alimentos industrializados – e os mirtilos, ricos em cianinas, além de evitarem esse processo ainda rejuvenescem a pele.

Já a metilação é um processo natural das células do corpo, definindo a ingestão com sucesso de vitaminas, enzimas ou outros compostos. Se o organismo não estiver realizando essa função corretamente,  é possível tratar o problema inserindo em sua dieta ovos e sementes – alimentos ricos em ácido fólico.

A imunidade baixa é um dos maiores fatores que entregam a idade – mas é possível preveni-la também, desde cedo. Cuidar da saúde e da alimentação, manter vacinas e exames em dia e ingerir uma quantidade adequada de vitaminas podem ajudar não apenas na prevenção da debilitação da sua imunidade, como também em todos os outros fatores do envelhecimento.

As alergias mais estranhas – e comuns!

Sol, tecnologia e suor são exemplo de fatores que causam reações alérgicas em muitas pessoas.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 30% da população mundial pode ter algum tipo de alergia. A reação alérgica acontece quando o organismo combate de forma exagerada algum estímulo comum do meio ambiente – como poeira, pólen, fungos ou alimentos. Porém, algumas alergias são inesperadas. Confira algumas delas:

  • Sol: não é tão incomum assim pessoas que tenham alergia à luz solar. Um tipo mais raro e grave, chamado de urticária solar, é uma hipersensibilidade que impede a pessoa de ter contato com os raios ultravioletas, e até mesmo alguns tipos de luz artificiais.

 

  • Tecnologia: sim, existem pessoas que não podem chegar perto de celular, microondas ou rede wi-fi. Quem tem hipersensibilidade às ondas eletromagnéticas desses aparelhos pode sentir queimação em partes específicas onde houve contato com o objeto ou até mesmo no corpo inteiro.

 

  • Insulina: alguns diabéticos precisam da reposição de insulina diariamente, e os casos de alergia dificultavam o tratamento. Com o tempo, a insulina bovina vem sido substituída pela insulina humana, o que reduz os casos de alergia.

 

  • Esmalte: vários compostos dos esmaltes podem causar alergia nas mulheres, acarretando em inchaço não somente nos dedos e cutículas, mas em pálpebras, rosto e pescoço, além da descamação das mãos. Os principais causadores são o formaldeído, tolueno e alguns tipos de pigmentos. Atualmente, já existem opções de esmaltes hipoalergênicos – os chamados “3Free”.

 

  • Suor: a dermatite de contato é mais comum no calor e pode ser causada por bijuterias ou roupas sintéticas. Mas a miliária é a alergia ao suor, que entope os poros e não consegue sair, dando origem a bolhas de água vermelhas. Essa alergia é muito comum em bebês e pode estar acopanhada de coceira, ardor e dificuldade para respirar.

Caso apresente algum quadro de alergia , consulte sempre um médico especialista para que possa avaliar o melhor tratamento.

Olheiras, por que tê-las?

É possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

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Você também sofre com os círculos escuros embaixo dos olhos? Eles podem aparecer depois de uma noite mal dormida ou fazer parte da sua genética. De qualquer forma, é possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

A falta de descanso  é um dos principais fatores causadores de olheiras. Ela faz com que as pálpebras inferiores aumentem, piorando a situação – principalmente na época de TPM, quando o corpo retém líquidos. Nesse caso, compressas ou máscaras refrescantes podem ajudar, já que contraem os vasos e dão uma aparência mais saudável à pele. Você pode fazer uma compressa com um chá de camomila concentrado e gelado por quinze minutos. Mas lembre-se: fique deitada, mas com a cabeça elevada, para estimular os vasos a retornarem ao seu tamanho normal.

Já os cosméticos podem ser indicados por um dermatologista, e normalmente contêm ativos como ginkgo biloba, cafeína e vitamina K1, que descongestionam e reduzem o edema, e outros que clareiam a região, como hidroquinona, vitamina C e mequinol. Se for o caso, o médico pode indicar também tratamentos estéticos como o laser – principalmente para quem tem olheiras genéticas, causadas pelo excesso de melanina na região – ou o preenchimento com ácido hialurônico, que “recheia” o local, afastando a pele dos vasos sanguíneos e diminuindo o aspecto escuro.

Mas a causa de algumas olheiras está na alimentação ou em fatores como o stress. Sinusite ou rinite podem causar coceira nos olhos, o que facilita o rompimento de vasos da região. Se você costuma ter muitas alergias, verifique com um alergista se o problema não está em algum alimento da sua dieta, como o leite ou a soja.

O stress faz com que a produção do óxido nitroso aumente o calibre dos vasos e os deixe mais aparentes. Para prevenir e tratar, insira em sua dieta alimentos como chá verde, agrião, rúcula e couve-flor.

Não importa se suas olheiras são causadas pela hereditariedade, excesso de pigmentação ou pelas bolsas de gordura acumuladas principalmente com o passar da idade: é possível, sim, tratar e prevenir – sem precisar ficar escrava do corretivo!

Rejuvenescer é possível

Confira algumas dicas para resgatar a energia e manter-se sempre jovem.

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Dizem que a idade está no interior, e não no exterior. Os cuidados básicos com a saúde, como manter os exames em dia e prevenir e tratar doenças com o apoio de médicos especialistas, devem ser respeitados. Mas a boa notícia é que é possível resgatar os sentimentos de juventude com alguns passos simples. Confira:

  • Durma bem. Essa é a maneira mais simples de sentir-se mais jovem. Uma boa noite de sono descansa seu corpo e mente para que possa estar mais alerta quando é importante. Procure descansar pelo menos oito horas consecutivas por noite.

 

  • Coloque em sua dieta alimentos revitalizantes. Comece cada refeição com uma fruta ou hortaliça e um copo de água. As vitaminas e os antioxidantes são necessários para sentir-se renovado, e também fazem parte de um hábito mais saudável que fortalece a imunidade do corpo.

 

  • Faça musculação. Se você pensou que era só para os mais jovens, engana-se: depois de certa idade, é necessário fortalecer os músculos para evitar lesões. A prática de exercícios também vai fazer com que você tenha mais energia para realizar outras atividades.

 

  • Faça coisas diferentes todos os dias. Isso faz com que seu cérebro se sinta renovado de informações – ele anseia por novidades, e ater-se a tarefas repetitivas e mecânicas pode acarretar em cansaço mental e físico.

 

  • Recordar é preciso! Um estudo da universidade de Harvard descobriu que recordar-se de fatos, músicas e filmes do passado faz com que as pessoas se sintam mais jovens, e não mais velhas. Os ambientes com filmes, músicas e recordações da juventude aumentaram os níveis de visão, saúde e felicidade.

 

  • Procure pensar positivo. Uma atitude positiva é o passo principal para sentir-se rejuvenescido. Ao invés de pensar em todos os problemas, comece a focar suas energias nas coisas boas.

Dicas para sentir-se revitalizado

Praticar exercícios, beber muito líquido e fazer alongamento podem ajudar a eliminar o cansaço.

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O stress, a má alimentação, o sedentarismo e a correria do dia a dia podem nos deixar tão sem energia, que muitas vezes já acordamos cansados. No entanto, algumas orientações podem ajudá-lo a recuperar a vitalidade:

 

  • Beba água. A desidratação pode fazer com que você fique cansado, já que a velocidade do cérebro fica reduzida. Mantenha-se hidratado, principalmente em dias mais quentes.
  • Pratique exercícios regularmente. Manter uma vida ativa faz com que seu corpo mantenha-se mais alerta e preparado para realizar outros tipos de atividade. Quanto mais você se movimentar, menos o sentimento de preguiça tomará conta.
  • Mantenha sua vida social ativa e realize atividades nas quais você se divirta. Com uma mente mais leve e com menos preocupações, fica mais fácil conseguir se concentrar em outras atividades do dia a dia.
  • Mantenha o corpo alongado enquanto trabalha. Ao acordar e ao longo do dia, tire alguns minutos para movimentar os membros inferiores, superiores, articulações e pescoço. A prática “acorda” os músculos e melhora a circulação sanguínea, preparando o corpo para movimentar-se.

Entenda melhor a menopausa

Período pode vir acompanhado de diversos sintomas e se tornar uma fase difícil para muitas mulheres.

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Ao chegar em uma certa idade, o corpo feminino perde a habilidade de se reproduzir. Esse período pode vir acompanhado de diversos sintomas e se tornar uma fase difícil para muitas mulheres. Assim é a menopausa, que marca o encerramento dos ciclos ovulatórios da mulher.

Atualmente, sintomas como insônia, perda de libido, irritabilidade e ondas de calor podem facilmente ser tratados com medicação. O segredo é começar a identificar possíveis sintomas como dificuldade para perder peso e cansaço – o que pode estar ligado a problemas hormonais –logo a partir dos 35 anos.

Mas é após os quarenta anos que os primeiros sintomas da menopausa podem ser sentidos. Alterações menstruais, suor intenso, alterações de humor e desconforto durante a relação sexual são os mais comuns.  Para amenizá-los, é importante adquirir uma vida mais saudável, com cuidados com alimentação e prática de atividades físicas. Ainda assim, há o tratamento hormonal com estrogênio – hormônio que os ovários já pararam de produzir nesse período.

Para acompanhar as alterações hormonais e definir tratamentos para os sintomas dessa fase, consulte um ginecologista regularmente e mantenha seus exames em dia.

Novas regras da Anvisa facilitam a leitura de valores nutricionais

Desde janeiro de 2014 os produtos precisam indicar claramente informações como “light” ou “sem sódio” para o consumidor.

Novas regras da Anvisa facilitam a leitura de valores nutricionais

A regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é clara: empresas fabricantes de produtos alimentícios tiveram até o dia 31 de dezembro de 2013 para fazer reajustes nas embalagens para facilitar a leitura do consumidor.

O novo regulamento se aplica à Informação Nutricional Complementar, ou seja, aos dados que informam valor energético e se o alimento é “light”, “rico em” ou “possui alto teor de”, por exemplo. Antigamente esta classificação era bastante subjetiva, mas agora poucos poderão de fato colocar tais expressões na embalagem. Confira algumas regras:

– “Light”: só poderá ser usado se algum nutriente do alimento (como gordura total, gordura saturada ou valor energético) sofrer redução de pelo menos 25% em sua quantidade em relação ao produto tradicional.

– “Rico em”: para um alimento poder colocar o termo “rico em” algum nutriente, ele precisa ter o dobro da mesma substância encontrada em um produto que use a denominação “fonte de”.

– “Não contém gordura trans”: só poderá ser usado quando o máximo de gorduras for de até 0,1 g para cada 100 g ou 100 ml.

– “Baixo teor de sódio”/ “não contém sódio”: os produtos devem possuir no máximo 80 mg de sódio a cada 100 gramas ou 100 ml. Quando o rótulo apresentar “não contém”, a embalagem deve apresentar a quantia máxima de 5 mg do componente a cada 100 g ou 100 ml do produto.

A Anvisa também criou critérios para informar quando os alimentos são ricos em ácidos graxos como ômega 3, ômega 6 e ômega 9 e também exigiu a presença do valor calórico por porção consumida (e não somente o valor energético total).

Os rótulos devem ter as informações nutricionais de forma visível e legível para o consumidor, com a mesma fonte da alegação nutricional, e deve ter, pelo menos, metade do seu tamanho, em uma cor contrastante. Fique atento!

Pessoas que não conseguem transpirar sofrem mais no verão

Doença genética se chama displasia ectodérmica anidrótica

Muita gente não suporta o verão porque não gosta de suar demais – a pele fica grudando, o cabelo fica molhado, as roupas mancham. Mas existe um grupo de pessoas que sofre justamente com o contrário: são incapazes de transpirar.

Se para você a ideia parece um sonho, é melhor pensar duas vezes. Chamada displasia ectodérmica anidrótica, esta condição é uma doença genética e caracteriza-se pela ausência das glândulas sudoríparas. As pessoas que têm esta síndrome sofrem ainda mais com verão, pois a sensação de calor fica acentuada.

O suor é uma maneira de o organismo driblar a sensação térmica, liberando o calor para esfriar a pele e regular a temperatura. Sem esta ferramenta, o corpo fica intolerante ao calor, correndo risco de desenvolver câimbra, ânsia, fraqueza, febre e até um quadro de hipertermia com convulsões. Além disto, cabelo mais fino e ralo, dentes pontiagudos e espaçados e pele muito seca são outros sinais da doença.

Essa displasia afeta uma em cada 1 milhão de pessoas e atinge principalmente os homens. Ela não tem cura, mas é possível trazer mais conforto à pessoa que sofre com o problema: é importante beber muito líquido, hidratar a pele, lubrificar os olhos, usar roupas leves e arejadas, evitar banho quente e exposição ao sol, e procurar ambientes bem ventilados.

Carregar sempre uma garrafa d’água com dispositivo de spray, cubos de gelo num saco plástico ou uma toalha úmida em um isopor também são dicas úteis nas altas temperaturas.

Salto alto pode trazer danos graves aos pés e coluna

Símbolo de elegância, salto deve ser usado com (muita) moderação

Ele pode não ser o calçado mais confortável que existe, mas faz maravilhas para qualquer produção. Além de ser um indiscutível símbolo de elegância e sensualidade, o salto alto traz um diferencial à postura e é o queridinho das apaixonadas por moda.

Para os ortopedistas, porém, está na hora de descer do salto e cuidar da saúde. Acontece que este modelo de sapato pode trazer problemas que vão além das bolhas doloridas – é o caso da sesamoidite, uma inflamação nos ossos dos pés (os sesamoides). Entre os principais sintomas, estão velhos conhecidos: dor, inchaço e calosidade. A questão está na intensidade deles e suas consequências.

O risco causado pelo salto está no fator “gravidade” – ao ficar em pé usando um belo par de sapatos, o centro de gravidade do corpo da mulher é alterado. Além de elevar os riscos de queda e torções, o salto força o equilíbrio do corpo inteiro para uma base muito menor. Enquanto o ideal seria distribuir o peso para os calcanhares, feitos para absorver impacto, ele vai todo para a parte da frente dos pés, cujos ossos finos e longos só deveriam trabalhar na impulsão. A primeira consequência é o surgimento de joanetes e a deformidade dos dedos.

Essa mudança de apoio acarreta no encurtamento das fibras dos músculos da panturrilha, que ficam expostos a inflamações. Consequentemente, a lombar fica sobrecarregada e as vértebras sofrem desgaste, causando dores na coluna.

Quanto maior a inclinação do pé, maior o dano no corpo inteiro. No caso da sesamoidite, a sobrecarga ainda traz risco de necrose: estes pequenos ossos morrem por falta de circulação sanguínea e é preciso passar por procedimentos cirúrgicos.

Como tratar:

Os tratamentos iniciais consistem em métodos de proteção que diminuam a pressão sobre os ossos dos pés. Isso pode ser feito com a suspensão do uso do salto alto, utilização de tipos específicos de palmilha ou uso de botas ortopédicas que imobilizem os pés. Um ortopedista deve ser consultado para avaliar cada caso.

Como evitar:

Ninguém precisa aposentar os saltos para sempre, mas é importante usá-los somente quando necessário e por pouco tempo. Para o dia a dia, o tênis é a melhor opção e, se o trabalho não permite tal informalidade, troque o salto de 10cm pelo de 3cm, fuja dos muito finos e aposte em formas que permitam a movimentação dos dedos (evite o bico fino). Quem se acha muito baixa e não quer abrir mão da altura pode apostar nos sapatos de plataforma.